Diário de Holzwarth

nanoteste, a volta e ironias mortais

Escrito 13/11/17 19:33

Após esse longo inverno sem a Academia de Contos, acho que possuo mais textos péssimos armazenados no meu pendrive do que o de costume. Quem diria que a ausência daquilo que eu gosto pôde me motivar a escrever?

Aliás, esse primeiro diário é um pequeno teste, daqueles que a gente só sai fazendo, seguindo o que o nosso coração fala.

Vou seguir o que ele diz, dessa vez, mas não agora, enquanto escrevo esse parágrafo aqui. Vou segui-lo porque creio que os poemas me chamam, mas não aqueles sentimentais. Os cheios de raiva, mesmo. Aqueles cheios de uma obscuridade cômica e de muitas palavras poéticas para contar a podridão da mente humana. É, esses mesmo.

Talvez me aventurar nos poemas seja uma boa ideia, já que sou tão devotado aos contos e aos outros tipos de texto que envolvam a prosa que nunca redigi um poema, de fato. É bom tentar, mas não vou me forçar a fazê-lo. Vai ser natural e tão ruim quantos os outros textos, só que cheio de neologismos para que as rimas possam sair perfeitinhas sem que minha consciência pese ou que eu me sinta um parnasiano patético.

E lá vem outro parágrafo, só que, dessa vez, é inútil e só serve para mostrar que esse diário acaba por aqui.

Tags: fragmentado

Comentários (1)

Postado 14/11/17 21:42

Acredito que geralmente as ausências motivam muito mais do que as presenças... infelizmente.

Sabe, bem no sentido daquela frase de "só damos valor quando não temos mais".

No caso da Academia, a ausência se ausentou, e nos foi dada nova oportunidade de aproveitamento...

Acho que o ser humano precisa aprender a dar mais valor na presença das coisas... Para depois não ter que chorar a ausência...

Enfim, me alonguei demais, e confusionei demais, perdão.

Espero algum dia ver os frutos da sua imaginação em um poema!! :)

Um abraço, Meiling!