Prazeres Ocultos (Em Andamento)
Nunca Mais
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Tipo: Romance ou Novela
Postado: 16/08/16 23:33
Editado: 02/11/16 00:46
Qtd. de Capítulos: 6
Cap. Postado: 25/09/16 20:13
Cap. Editado: 25/09/16 20:18
Avaliação: 9.76
Tempo de Leitura: 13min a 17min
Apreciadores: 2
Comentários: 1
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Palavras: 2152
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Não recomendado para menores de dezoito anos
Prazeres Ocultos
Notas de Cabeçalho

Voltemos à programação sexual hardcore e insana...

Ato IV Seja minha bailarina pervertida

Durante o breve momento em que ficou desfalecida, a garota feia, gordinha e baixinha sentiu algo semelhante à exaustão, só que que de um modo agradável. Era até bizarro sentir-se tão bem com o corpo, os cantos da boca e a garganta tão doloridos. O interior da vagina parecia em chamas, refletindo em parte o calor físico e o ardor da alma que lhe assolavam. Sentiu que o sádico M estava fazendo alguma coisa com ela, mas não esboçou qualquer reação. Manteve os olhos fechados e deixou-se levar pela loucura que estava vivenciando.

Estava deveras entregue aos caprichos severos de seu Mestre para se importar.

Quando voltou a si, notou que o negro mascarado havia removido os aparatos das pernas dela e, após as unir e dobrar, passou uma corda em suas costas e enlaçou-lhe firmemente as coxas, tomando cuidado para deixar um pequeno espaço entre ambas para que a vagina não ficasse totalmente comprimida entre as fartas carnes da cativa.

Os tornozelos foram igualmente amarrados na área um pouco acima dos joelhos e os braços, agora imobilizados por grilhões rústicos atados aos seus pulsos e unidos por uma curta e robusta corrente, se encontravam esticados acima de sua cabeleira castanha e suada. Ainda estava dependurada no teto por uma corda cuja extremidade visível terminava em um gancho duplo que transpassava e suspendia dois dos seis elos metálicos.

A repentina ausência de seu torturador de pele morena e corpo sarado a deixou inquieta. O que ele estaria fazendo? Sentiu-se envergonhada por no fim ter gostado de ser torturada, de ter gozado tanto enquanto os lábios, garganta e vagina eram praticamente violentados daquela forma insana. Santa ela nunca se achou, mas aquele nível de entrega ao prazer parecia tão absurda!

E o pior é que ela queria mais...

Todavia, três coisas chamaram bastante a atenção de Rafaela, afastando por ora as reflexões: a primeira foi o aroma deleitável que permeava o ambiente, presenteando suas narinas com um mix floral e frutífero encantador que aos poucos foi lhe fazendo se agitar por dentro. O tesão foi se apossando dela de forma bem lenta e irresistível a cada inspiração.

A segunda foi o aumento da claridade no local onde ela estava presa devido a presença de velas de várias cores acesas em uns poucos candelabros ao seu redor, objetos estes sustentados por hastes de madeira compridas, lixadas e entalhadas com estranhas marcas em toda a sua extensão. Tais coisas não estavam ali antes e graças a elas a garota pôde visualizar um pouco melhor a si mesma e o que havia ao redor.

A terceira e mais perturbadora foi se dar conta que estava posicionada acima e no meio de uma extensa peça retangular de granito que em muito lembrava um altar de sacrifício. A superfície turva, rachada e repleta de diminutos símbolos nas bordas tinha um quê inegável de antiguidade e fez uma pontada de medo alfinetar o coração de uma amordaçada Rafaela.

Passos lentos de alguém descalço atrás de si: era o inconfundível caminhar de M, que surgiu da penumbra com o membro tão ereto quanto estava durante a defloração oral que infligiu à moça. O torturador de máscara preta ostentava uma vela branca comum na mão direita e um sorriso devasso para combinar com o olhar que lançava para sua vítima.

- Ora, ora... Mas que orgasmo glorioso tivemos aqui, hein! Não esperava menos de uma pervertida como você! - provocou o sadomasoquista, segurando a mandíbula de Rafaela de forma a encará-la melhor. - Ainda estou sentindo o gosto da sua gozada na minha boca, Serva! Que delícia! A primeira vez é morrer, não é?! - sua própria gargalhada foi a resposta na medida em que saltava do piso para a placa acinzentada.

Rafaela desviou o olhar, sentindo as bochechas e as genitálias esquentarem. A respiração foi ficando ofegante de novo, estava MUITO afim de transar com aquele moreno louco. Olhou para o pênis teso e entusmecido, engolindo seco ao vislumbrar aquela grossura toda e imaginar ele todinho dentro dela. Mesmo que doesse. Até melhor se o fizesse!

"Meu Deus, olha só pra mim! Estou ficando doida?! Ah, que se foda! Eu quero... PRECISO!"

O homem careca acompanhou o movimento ocular da cativa e não pôde evitar um sorriso malicioso ao ver o desejo explícito naquelas íris femininas. Fingindo descaso, largou a face escondida de Rafaela e virou-se para um dos candeeiros, estirando o braço para que a vela em seu poder fosse acesa.

- Parece inquieta, Serva. As essências naturais e afrodisíacas presentes na cera devem estar surtindo efeito. - sussurrou o homem alto e mascarado no ouvido de Rafaela, deixando-a arrepiada ao lambiscar sua orelha. - Um complemento para o cheiro sexual que você espalhou enquanto se acabava com minha língua... - M inalou demoradamente o ar do salão, emitindo um expiração bucal discreta e provocante no pescoço da pobre e ardente garota.

O que se iniciou como um suspiro imediatamente se converteu em um berro assustado e abafado quando Rafaela sentiu algo líquido e muito quente pingar sobre seu ombro esquerdo: seu Mestre havia gotejado parafina no local. Novas ondas de dor irromperam na tez clara da jovem conforme o processo foi sendo repetido enquanto um malvado M seguia movendo a mão devagar, elevando a trajetória tortuosa até metade do trapézio dela.

- A utilização de velas é uma arte muito refinada no BDSM, Serva. Requer conhecimento e prática para ser executada com perfeição e, para seu prazer devasso, eu possuo ambos! - o mascarado começou a estimular o clitóris de Rafaela enquanto falava baixinho e a castigava ao mesmo tempo.

Não demorou muito para que a umidade vaginal dela recomeçasse. As gotas esbranquiçadas, aquecidas e densas advindas da base do pavio agora eram direcionadas para a parte superior dos seios enquanto os dedos rudes do Mestre revezavam entre penetrar e roçar a vulva de sua Serva, que se contorcia a cada pingo enquanto era bolinada por trás.

Aonde a substância encontava, ardia. Era uma pontada dolorosa que ia diminuindo de intensidade na medida em que o material liquifeito se resfriava e secava, criando uma casca cor-de-leite sobre cada local. Aquilo doía, mas não machucava. E foi ficando cada vez mais familiar, cada vez mais prazeroso, mesmo paradoxalmente afligindo Rafaela. Seu Mestre não a poupava um só momento, agora mordendo e sugando seu pescoço com certa truculência. A ponta do membro ficou cruelmente parada entre os os pares de lábios da vulva e ela se viu desesperada por não poder se mover e completar a penetração.

"Vai, M! Por favor, enfia essa rola escura em mim! Eu não aguento mais! Pára de me torturar e me fode! Desgraçado, você está fazendo de propósito!"

Rafaela sacolejou o corpo, emitindo um gemido alto e angustiado enquanto fitava o homem de porte atlético, requerendo a cópula. A resposta do seu Mestre foi se afastar para derramar mais parafina, dessa vez em suas pernas e nádegas, enquanto ria da aflição de Rafaela. Mordeu e estapeou aquelas porções carnudas e generosas, fazendo a garota morder o tecido que a impedia de gritar ou suplicar.

- Parece que não entendeu por inteiro o conceito que rege nosso encontro, Serva... - o perverso M se abaixou para apanhar uma espécie de chibata alocada na cabeceira pétrea onde ambos estavam. - Mas, não se preocupe: seu Mestre irá lhe fazer entender.

O primeiro golpe ecoou no recinto e fez Rafaela verter lágrimas enquanto a pele alva latejou. Outras chibatadas foram efetuadas e o novo suplício fez o tratamento anterior parecer uma gentileza. A jovem respirava fundo a cada estalo, urrando e se excitando de novo.

Era uma tremenda de uma Masoquista, no final das contas.

A raiva, o sofrimento, a confusão, a inalação, tudo foi fazendo os sentidos e pensamentos da cativa se converterem em uma torrente poderosa e irrestrita. Rafaela fechou os olhos, arfando e tremendo enquanto seu Mestre ria e batia nela com a haste escurecida. Castigou-a por quase todo o corpo, sem dó ou pressa.

Entretanto, para a Serva aquilo já estava virando outra coisa há algumas pancadas atrás. Sua libido estava chegando no pico, não entendia como sofrer e prazer podiam rimar tão lindamente em seu corpo gordo. Não era mais como se fosse algo ruim e sim uma nova, medonha, impensável modalidade de carícia que poucos se aventuravam a experimentar. A suportar. A... Desejar.

- Sua grande pervertida, olha só para você! Está pingando mais do que a vela! - escarneceu M, alisando a vagina ensopada de sua hóspede. - Agora que você está pronta, vamos experimentar uma das minhas posições sexuais favoritas: Caixa de Música! - a euforia na declaração foi tamanha que tanto chibata quanto vela foram atiradas longe pelo misterioso anfitrião.

Sem esperar, o mascarado deitou-se na base de pedra de forma a posicionar a glande inchada na entrada da vagina de Rafaela, cujo coração ameaçava dar pane. Uma corda veio das sombras para a lateral direita do pseudo altar, sendo prontamente apanhada e manuseada por M, fazendo com que o corpo da garota fosse sendo baixado lentamente. Ela gemeu alto quanto sentiu aquela ponta de carne na iminência de penetrar-lhe o sexo.

- Me mostre o quanto queria esse pau dentro de você, sua devassa tarada! - ordenou o negro com rispidez, fazendo com que a moça descesse devagar, porém sem parar. - Seja minha bailarina pervertida!

O membro grosso foi entrando meio que à força na vagina de Rafaela, mesmo com a lubrificação natural e excessiva ali presente, talvez por conta do posicionamento corporal da dupla. A garota arregalou os olhos e deu um grito com aquela sensação de alargamento que a inserção estava gerando. As paredes vaginais foram se dilatando para acomodar aquela coisa, deixando Rafaela ainda mais maluca.

"Puta que pariu...! Parece que... vai me rasgar! Meu Deus, que... QUE DELÍCIA! NOSSA, QUE PAU GROSSO GOSTOSO DA PORRA...!"

Mas o melhor ou pior ainda estava por vir: assim que enfiou quase todo o membro na jovem mascarada, o imprevisível M agarrou a bunda dela e foi a empurrando de modo que o corpo dela começasse a girar a uma velocidade vagarosa. Aquilo originou um imenso prazer a ambos, pois o movimento circular e o atrito diferenciado se uniram para criar uma incomparável forma de penetração.

Aquilo beirava ao bizarro: Rafaela começou a ficar tonta enquanto a vagina parecia ter se incendiado. Boa parte do corpo ardia e M ainda aproveitava para lhe girar com tapas na bunda ou lhe beliscar. Ele gargalhava entre uma frase obcena e outra, deixando a pulsação peniana mostrar por si mesma o quanto estava gostando de tudo aquilo.

Já a moça se perdia no próprio tesão, sentindo o quanto comprimia aquele pau dentro de si. Que loucura! Que maravilha! Doentio? Talvez. Delicioso? COM CERTEZA! Não tinha como escapar ou resistir, só restava então girar, gemer, sentir, delirar. Com efeito, após uma considerável parcela de tempo, Rafaela berrava, babava, revirava os olhos, sentia lágrimas de satisfação escorrendo dos olhos e então gozou, gozou e gozou, apertando ainda mais o membro escuro com os espasmos vaginais tão intensos quanto demorados.

O tempo parecia não existir. Outro orgasmo louco nas mãos de um desconhecido insano. Estava acabada.Dolorosa e gratamente acabada.

- Muito bem, Serva! - exclamou seu Mestre enquanto a fez subir abruptamente, removendo o falo sem qualquer delicadeza de sua genitália. - Agora você está preparada para ser fodida como de fato merece! - ele se levantou e arrancou a mordaça da boca de Rafaela, que mal reagiu.

- Mestre...? Do que você...? - o mundo ainda girava enquanto a jovem tentava completar a frase.

- Eu fiz um enema em você assim que chegou na Ala Feminina, Serva. - revelou M com o tom da mais pura depravação na voz. - Isso lhe diz alguma coisa? - indagou o carrasco de maneira casual enquanto desaparecia na penumbra uma vez mais.

"Enema... Onde foi que eu vi isso..?"

Rafaela estava extasiada demais para decifrar quaisquer enigmas. Todavia, quando ela viu o que M ostentava na palma da mão ao regressar das sombras e, consequentemente, lembrou-se do que tratava o procedimento por ele citado, um sincero começo de pânico estragou o momento pelo qual há pouco ela passara.

"MINHA NOSSA SENHORA, ELE NÃO PODE...! NÃO! NEM FODENDO!"

- Não, Mestre! Por favor, isso não! - implorou a cativa a plenos pulmões e chorando de novo, incapaz de fazer nada além daquilo. - I-Isso já é demais! E-Eu não vou aguentar! - um violento calafrio a tomou de assalto enquanto seus olhos não desviavam do objeto nas mãos inclementes de seu algoz sexual.

- Sim, Serva. Oh, sim. - sentenciou sorrindo sadicamente o homem de máscara preta, lambendo os lábios grossos com voracidade enquanto caminhava na direção daquela baixinha gordinha com o pau ainda mais duro que outrora. - Mas não vai ser do jeito que sua mente safada imagina... Ah, não mesmo! Afinal, eu sou M! - uma risada baixa, tenebrosa e confidente completou a frase, angustiando ainda mais a chorosa ouvinte

E para o substancial desespero da jovem apavorada, a demonstração plena do que tal afirmativa significava viria sem demora.

❖❖❖
Notas de Rodapé

Sou bem doente e depravado para escrever essas coisas... E vem mais por aí, acredite...

See ya!

Apreciadores (2)
Comentários (1)
Postado 12/10/16 12:34

SEM PALAVRAS SOBRE ESSA POSIÇÃO QQQQQQQ

MEEEEO SATAAAAN

Postado 12/10/16 15:13

SHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAGAHAHAHAGAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAGAGAHAHAHAHAHAHAHA! SEM COMENTÁRIOS SOBRE O SEU COMENTÁRIO! SHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAGAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA!

Gratíssimo! Gratíssimo!

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