Juventude Perdida (Em Andamento)
Julih
Usuários Acompanhando
Tipo: Romance ou Novela
Postado: 08/01/17 01:30
Editado: 07/04/18 02:14
Qtd. de Capítulos: 31
Cap. Postado: 07/04/18 02:14
Avaliação: 9.72
Tempo de Leitura: 2min
Apreciadores: 0
Comentários: 0
Total de Visualizações: 21
Usuários que Visualizaram: 1
Palavras: 356
[Texto Divulgado] "Pisoteadores" Estou cansada, a vida é um eterno, grande e último suspirar.
Não recomendado para menores de dezesseis anos
Juventude Perdida
Notas de Cabeçalho

Depois de longos tempos, cá retornei

Capítulo 31 Como porcelana

A garota pálida como a neve estava deitada na banheira da casa da Aria, com as pernas para cima e a cabeça quase que completamente submersa. Aria bateu na porta duas vezes e Sakky apenas resmungou, indicando que a morena poderia entrar. A garota de olhos verdes sentou-se no chão, próxima ao rosto de Sakky. Se a cabeça da loira estivesse em ordem, com certeza essa situação seria diferente.

– Como se sente? – Aria perguntou suavemente, ao passo que Sakky apenas lhe deu as costas. Não era por maldade, mas para que a garota pudesse ver seus ferimentos. Após conferir cada ferimento presente no corpo da loira, sorriu-lhe e estendeu uma toalha. – Acho que vai te fazer bem.

Sakky pegou a toalha com delicadeza, uma delicadeza que era estranha até para Aria, para então cobrir o corpo nu. Aria, vendo o comprimento do cabelo da outra garota, enrolou uma segunda toalha na cabeça, para que os fios molhados não encharcassem a casa. Por algum motivo, a morena se sentia vendo uma boneca de porcelana à sua frente: talvez a genética fosse culpada ou talvez fossem os ferimentos naquele corpo tão pequeno e delicado.

Os olhos azuis daquela garota tão quieta encaravam os olhos verdes desconfortavelmente, sem saber o que dizer, apenas estavam ali: observando. Sakky fitava o rosto de Aria intensamente, a ponto de poder até saber quando o coração daquela outra garota batia, entretanto… a outra ficava apreensiva, perdida em seus pensamentos e no que dizer.

– Sakky – Aria começou, enquanto que a loira apenas inclinou a cabeça. Por algum motivo, mesmo tendo chamado seu nome, a morena ficou sem saber o que dizer para a loira: talvez porque seu cabelo tenha passado na frente do rosto, quando se inclinou, e isso foi bonito. Ou, porque o pijama estava um pouco frouxo naquele corpo magro e delicado. As palavras não saiam, embora talvez nada estivesse em mente, desde o começo.

Palavras não foram mais necessárias, quando Sakky apenas se atirou ao colo de Aria, apertando-lhe a cintura com uma suavidade incrível. Palavras não eram necessárias, mas, mesmo assim, ainda havia um buraco no coração da garota loira.

❖❖❖
Apreciadores (0) Nenhum usuário apreciou este texto ainda.
Comentários (0) Ninguém comentou este texto ainda. Seja o primeiro a deixar um comentário!

Outras obras de Julih

Outras obras do gênero Cotidiano

Outras obras do gênero Crítica

Outras obras do gênero Drama

Outras obras do gênero LGBT