O Uivo da Lua (Em Andamento)
Conrado
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Tipo: Romance ou Novela
Postado: 05/05/17 02:11
Editado: 05/05/17 02:28
Qtd. de Capítulos: 1
Cap. Postado: 05/05/17 02:11
Cap. Editado: 05/05/17 02:28
Avaliação: Não avaliado
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[Texto Divulgado] "A noiva" Com uma taça em mãos e olhar voraz, se flagrava confortável por não ter alguém ao seu lado prometendo o que não é capaz de cumprir. Observava a concentração do pianista, as velas agora já derretidas na bancada e o sorriso que iluminava o belo rosto da noiva.
Não recomendado para menores de dezoito anos
O Uivo da Lua
Começo Infeliz Prologo

Chovia, chovia muito.

Era domingo a noite, e Julieta estava dentro do carro. Dormindo encostada no ombro de seu irmão, que também dormia com a cabeça em cima da dela. Eles estavam voltando de um longo dia no lago. A família decidiu que hoje era o dia de diversão, eles pescaram e assaram os peixes. O carro deu uma curva e fez Julieta acordar, ela se endireitou no banco e olhou para Pedro. Ele virará de posição, agora sua cabeça estava encostada na janela do carro, seus cabelos caiam sobre seu rosto calamo e despreocupado. Ela olhou para frente e viu seus pais discutirem algo, então voltou seus olhos para a janela e percebeu uma coisa.

— Pai.— chamou ela. — Por que estamos indo por aqui? O senhor sabe muito bem que esse trecho é perigoso.

— Meu bem eu sei disso, mas, e o caminho mas rápido. — respondeu ele calmo.

O pai de Julieta era uma pessoa muito calma é paciente. Era o tipo de homem que sabia se controlar. Tinha os cabelos castanhos escuros eé os olhos castanhos claros.

— Mãe. Julieta a chama, para manifesta-se.

— Julieta, você sabe que chegaremos mas rápido passando opor aqui. — responde dura. A mãe de Julieta era o tipo de mulher que intimida qual quer um com o seu olhar profundo. Tinha os cabelos loiros é curtos, seus olhos eram azuis e sua pele bem branquinha.

A jovem olhou para janela com raiva, indignada. No momento que os olhos de Julieta estavam fixos na janela. Ela viu um vulto grande passando rapidamente. E dee repente o carro passa por cima de algo muito grande, a pista molhada é escorregadia faz o pai de Julieta perde o controle do carro. O carro cinza girou diversas vezes até entrar na floresta, descer por um barranco é só para quando bater em uma arvore. Tudo aconteceu em frações de segundo, e tudo que Julieta conseguiu fazer foi, se agarra em seu irmão.

— AI! -— resmngou Pedro. — Não é assim que se deve ser acordado.

— Eu disse que era perigoso irmos por aquele trecho. Isso é por que vocês não me ouvem. — reclama ainda tremendo. Sua mãe se vira para eles com um olhar raivoso.

— Vocês dois, parem já de reclamar. Joseph, você é eu vamos descer e olhar a situação. — ordenou a mulher com um tom seco.

Eles observaram seus pais saírem, derem a volta no carro é depois se afastaram dele. No momento que ela não pode mas vê-los, Julieta sentiu um pressentimento muito ruim, que a fez estremecer. Julieta olhou para Pedro. O mesmo que identificou rapidamente o olhar de sua irmã. Era um olhar com uma expressão preocupante, que só ela fazia.

— O que? — perguntou já se preocupando também.

— Eu tive um pressentimento ruim. Desta vez foi muito forte, algo muito grande vai acontecer. — disse olhando-o bem nos olhos.

Pedro sabia que a irmã era especial. Julieta sempre pressentia algo ruim. Não era com ter visões, mas sim pressentimentos. Ele sentiu ela tremer. A olhou-a com medo.

— Eu preciso ir até o papai.— falou com um pouco de desespero. — Tenho que avisa-lo.— abriu a porta do carro. Pedro olha para ela com uma expressão seria.

— A mamãe mandou a gente fica aqui, e você sabe o que acontece quando desobedecemos ela. — franziu o cenho. — Ela fica louca.

Julieta suspirou lembrando da expressão sombria de sua mãe. Ela olhou para Pedro por um momento, mas aquela sensação de frio na espinha a preencheu. Julieta voltou a estremecer. Nunca teve um pressentimento tão forte assim. Sem pensar, saiu do carro é sem olhar para Pedro fecho-a.

— Pedro, fique aqui, não saia por favor. — implora.

Olhou em volta caçando seu pais, e por cima do capor do carro lá longe, ela encontra duas cabeças, provavelmente seus pais. Julieta tenta imaginar o que eles fariam ali. Começou dar a volta no carro, quando algo a encurralou.

Um grande lobo negro estava diante de Julieta. Por mas que ele rosnava é mostrava suas presas, Julieta só olhava para um lugar, os olhos. Os olhos do lobo eram de um vermelho vivo como o sangue. Ele rosnou mais uma vez, e Julieta o olhou com medo. Mesmo assim ela ergueu seus olhos mais adiante e percebeu que seus pais estavam cercados por cinco enormes lobos. Congelou. Será que era isso mesmo? O pressentimento dela á avisou. Eles iriam morre ali mesmo, mortos por lobos? Tentou visualizar qual era o melhor modo de escapar dali. Julieta pensou em dar um pequeno passo para trais, depois se vira é corre em alta velocidade até o carro. Ela não tinha muita opção, ou era isso ou nada.

Julieta deu pequenos passos para trais, quando estava pronta para se vira é correr. O lobo cravou suas enormes presas na perna esquerda da garota, fazendo-a a cai no chão. Sentiu dor por toda sua face, e mas ainda na sua perna. Virou para olha-lo, e percebeu que o lobo estava por cima dela é se aproximando ainda mas do seu rosto. Ele a cheirou algumas vezes, depois virou a cabeça para os outros lobos.

E por um momento, Julieta pensará que ele falará!

" Achamos a garota!"

Julieta congelou. Mas como ele poderia falar, sua boca não se movimentará, foi como ele estivesse falado em pensamentos. Mas lobo era um animal. E animais não falavam, ou falavam? Ele virou-se para a garota.

" Poupem a vida da garota é do garoto, agora esses daí podem matar."

No momento que ouviu do lobo a palavra "matar" ela se estremeceu.

— Não, não. — sussurrou. — Não, vocês não vão matar ninguém. Vão embora!

O lobo olhou para ela com raiva e rosnou.

"Sua idiota, não ouse me desafiar. Eles vão matar é jantar aqueles dois. E se você não cala a boca, o próximo prometo que vai ser seu irmão!"

A garota olhou para seus pais, e depois para o lobo. Julieta ouviu gritos, muitos gritos. E com as lagrimas já descendo pela sua face, ela se atreveu a vira seu rosto é olhar. Viu seus pais serem estraçalhados é comidos pelos lobos. Os gritos de agonias deles eram sufocantes.

Der repente sentiu uma enorme dor, erguendo a cabeça viu que o lobo a agarrará de novo a mesma perna é começou a puxa-la. Ele a arrastou para dentro da floresta. Julieta não tinha forças para se debater, ver seus pais serem comidos foi demais pra si. A dor de sua perna era enorme, ela sentia o sangue escorre entre sua pele e a calça jeans.

Soltando-a, ela eguierou os olhos para olha-lo. O lobo virou a cabeça parecendo querê lhe mostra algo. A garota então virou na direção apotada. Viu uma coisa que não era boa. Pedro. Ele estava jogado não chão pouco perto dela, e com muito, muito sangue. Ele estava com um enorme ferimento no braço direito. Inconsciente é perdendo muito sangue. Julieta não pensou duas vezes á começar a se arrasta até ele. Pegou seu braço, analizando o corte. Ela tirou sua jaqueta é usou para estancar o sangue. Suas lagrimas descia é caiam em cima das suas mãos que tremia.

— Por que? — perguntou gaguejando. — Por que fez isso com a gente?

" Da qui alguns anos vocês irão entender o significado disso."

— O significado do que? De você terem matado meus pais? — gritou ela apavorada.

O lobo rosnou alto é irritado.

" Pare de choramingar garota, aqueles idiotas nem eram seus verdadeiros pais."

Aquelas palavras foram como tiros em sua mente. Ela não era filha do casal Champoudry? E como o lobo sabia disso?

— Mas...

Julieta não conseguiu falar. No mesmo momento um lobo pulou por trais de si. Sentiu uma enorme dor no pescoço. O lobo a morderá fortemente e profundamente. O sangue começou a escorrer por entre sua roupa. Ergueu a mão até o corte das presas, olhou para o lobo negro. Sua visão estava pesada é turva. Estava lutando para ficar acordada, mas não deu certo.

Julieta caiu de lado é tudo ficou escuro.

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