Febre (Terminado)
Holzwarth
Usuários Acompanhando
Tipo: Antologia Poética
Postado: 25/06/18 19:43
Editado: 21/07/18 16:25
Gênero(s): Poema Terror ou Horror
Qtd. de Capítulos: 4
Cap. Postado: 21/07/18 16:24
Cap. Editado: 21/07/18 16:25
Avaliação: 9.35
Tempo de Leitura: 1min
Apreciadores: 1
Comentários: 1
Total de Visualizações: 64
Usuários que Visualizaram: 2
Palavras: 162
[Texto Divulgado] "Lá Vem a Cobra, Lá Foi o Pandeiro" O personagem encontra-se no meio do mato em situação desfavorável após cair em um rio e perder seus equipamentos eletrônicos e seu pandeiro.
Não recomendado para menores de dezesseis anos
Febre
Posfácio Fúria

"Febre é a rejeição, é a dor de ter seu coração mastigado pela raiva."

Quando o eu poético usa o possessivo meu, há relação com os termos subentendidos da guarda, que acompanham a palavra anjo. Sendo um anjo da guarda, sua missão, na teoria, é proteger o eu poético dos males que o cercam. A criatura, porém, possui asas pesadas, feitas de cimento, que retardam seu movimento pelos céus. Apesar disso, o anjo consegue voar sobre os campos com flores, cobertos por corpos vindos das colinas. As flores representam o positivo, porém estão cobertas por cadáveres, o negativo, que vem em levas grandes segundo o uso da palavra escorrem. Nem mesmo o anjo, uma figura celestial, consegue escapar da grande tristeza que há pelos campos de prímulas, uma representação do que já foi o interior da mente do eu poético. Os mortos tomaram o campo, e o anjo da guarda apenas chora, cantando a tragédia que ele não foi capaz de evitar.

❖❖❖
Apreciadores (1)
Comentários (1)
Postado 06/01/19 21:19

Caraca, que genial! Cada imagem com um significado tão profundo e importante torna essa obra extremamente bem construída e incrível.

Obrigada por me proporcionar essa leitura. Meus parabéns ♥