O sonho dentro do sonho
nada
Tipo: Conto ou Crônica
Postado: 12/09/18 09:45
Avaliação: Não avaliado
Tempo de Leitura: 18min a 24min
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Palavras: 2882
[Texto Divulgado] "Espelho da minh'alma" Eis ai uma parte do que vivi, vi , morri e renasci. Sentimentos Versos Experiência Tudo numa coerência
Não recomendado para menores de dezesseis anos
Notas de Cabeçalho

Este é um conto diferente, você pode encarar como um misto de conto com roteiro. dividi-o em atos, assim, você pode continuar lendo de onde parou, e é uma experimentação. tenho uma escrita diferente também, mais seca e menos estilística, não estranhem.

Espero que gostem.

Capítulo Único O sonho dentro do sonho

A tela daquela pintura esquisita fitava ela. Por um longo tempo, ela se perdeu em pensamentos, enquanto passeava seus olhos pela parede do quarto, o guarda-roupas, a janela, a lâmpada, seu computador, e na sua mesa de desenhos: um quarto simples sem nada muito interessante, assim como ela.

Ela deu uma profunda inspiração, e se deitou na cama.

Ato 1: A família

Uma criança estranha puxava seu vestido, era como se ela estivesse fazendo alguma receita e o menino parecia impaciente:

- quieto, Eduardo – disse.

Também não sabia como conhecia o nome do garoto, nem como parara lá, mas entendia e lembrava de sua relação com ele.

- o que o seu pai disse? Vá colocar seus tênis.

- mas eu quero assistir o Kamen riden.

- Eu já disse, nesse horário você deve ir à escola.

- Mãe..

-Eduardo – ela parou de cortar o pepino, impaciente.- Eu estou falando, nesse horário, não.

O menino olhou os pés, amuado.

Parecia triste.

Ela engoliu o estresse, botou as mãos na pia e respirou fundo, atenuou a voz para um tom doce, e se agachou para ele:

- meu amor, eu não posso, mamãe também teve que estudar quando era pequena, é importante, você deve ir se quiser ser um garoto grande e forte, você entende? Quando chegar, mamãe promete que irá brincar com você.

Ele continuou calado, mas parecia ter entendido.

- tudo bem? – perguntou-lhe.

Ele balançou a cabeça forte. – ótimo agora vá onde seu pai, ele vai amarrar os tênis para você.

Eduardo saiu em disparada, ele não costumava demostrar, mas ficava muito feliz quando sua mãe prometia brincar com ele.

Cortando mais um legume, ela terminara a salada. Como sabia cozinhar? Ela não se lembrava, fazia tudo no piloto automático; o próximo passo seria servir o café ao marido, que entrou muito apressado na cozinha, enrolado na gravata.

- deixe-me ver- disse-lhe.

- desculpe, Isabelle, sempre me enrolo com a gravata- falou-lhe observando os dedos rápidos de Isabelle atarem um harmonioso nó em sua gravata.

- agora vá, termine de arrumar o Eduardo, e não se atrase, o café já está pronto.

Ele deu um sorriso apressado e saiu pela porta. Ouviu os dois conversando algo no quarto ao lado e caminhou até em frente a porta do seu próprio quarto.

“qual era o sentido da vida?” Seu marido? seu filho? cortar legumes? A tristeza tomou-lhe conta, não podia aguentar mais um segundo, não aquilo. Ela desceu a outra mão na faca e a atravessou no próprio pescoço.

Em uma profunda inspiração, Isabelle acordou, assustada, seus olhos arregalados, tomada pelo medo e suando frio.

- O que foi isso? – perguntou para o escuro.

Ainda em choque, tateou na mesinha ao lado da cama em busca do celular, que rapidamente foi achado.

Ela desenhou a senha na tela e observou o próprio rosto: ainda tinha 15 anos.

- O que foi isso? –perguntou novamente.

Ela olhou os lados, aturdida, em busca do marido e do filho. – o que está acontecendo?

Foi então que caiu a ficha: um sonho. Um sonho bem realista, mas um sonho.

Ela tampou um dos olhos, segurando a cabeça. Foi só um pesadelo, disse a si mesma.

Levantou num pulo e atravessou o quarto em direção à porta, deu uma rápida olhada para o quadro estranho na parede oposta e abriu a maçaneta.

Seu pé caiu no vazio, como se a gravidade desaparecesse, ela olhou um universo colorido com estrelas de variados brilhos, nebulosas rosas, azuis, roxas.. quase não se via o escuro do universo, apesar disso, tudo isso acontecera um milésimo antes de ela cair naquele abismo infinito.

Um instinto desconhecido a preparou, mesmo com o evento inesperado, e ela agarrou o piso de seu quarto com uma das mãos, desesperada. A chinela escorregou de seu pé e caiu em um abismo desconhecido; ela tentou gritar, mas a força na mão para se segurar, parecia puxar todas as suas forças; com a outra mão, ela alcançou o chão, e começou a fazer força suficiente para levantar seu corpo de volta para o quarto.

Com muito esforço, ela conseguiu subir novamente para o único lugar que parecia normal naquele momento. Ela rolou no chão e se afastou o máximo possível da sua porta aberta.

Ainda aturdida, ela observou aquele céu fenomenal e ao mesmo tempo assustador; um breve momento de adaptação, antes que olhasse para as próprias mãos.

-ainda.. estou.. sonhando?

Mas aquilo parecia real, tão real quanto o sonho que acabara de ter.

Uma sensação esquisita, como se já estivesse ali a muito tempo, tomou seu cérebro, seguida de uma sensação de costume e normalidade, como se aquilo tudo fosse normal.

ATO 2: O QUARTO NO ESPAÇO.

Já faziam 30 dias, ela contara, com um canivete na parede, seu relógio parecia normal, então ela contava o tempo normalmente. Também parecia ter provimento de eletricidade para seu computador, e uma pequena pia para molhar o rosto.

-hà quanto tempo estou aqui? De verdade? – ela falou para si, com a voz fraca – Isso é real?

Seu olho depressivo olhou para o céu infinito: era de uma beleza impagável, parecia um espetáculo, um quadro surrealista, não haviam, no entanto, sol ou lua, noite, ou dia.

Seus olhos entediados e cansados, foram se fechando aos poucos, até que caísse no sono.

ATO 2.5: O QUARTO NO ESPAÇO (SONHO).

Ela estava em um jardim correndo, entre as flores, se divertindo, alguém sem rosto parecia persegui-la, e ela não esperava a hora das mãos dele a agarrarem; olhou para o céu com a adrenalina no corpo, e viu como aquele mundo tinha um céu tão bonito, multicolor. Ela se jogou no chão esperando seu amado, fazendo um anjo entre as flores, e disse para si mesma:

- Como eu queria que isso fosse verdade.

ATO 2: O QUARTO NO ESPAÇO

Ela acordou, continuava no quarto no espaço, nesses 30 dias já tinha pensado em todas as possiblidades, mas só uma parecia sensata o suficiente: aquilo era um sonho.

- Só tem uma maneira de acordar- conversou sozinha.

Mas o medo a impedia: o que havia depois daquele universo? O nada?

Ansiedade e hesitação resumiam o seu estado psicológico naquele momento

-mesmo que eu fique em cima do muro, isso não vai resolver nada. –e pulou no espaço.

Ato 3: Presa em baixo da cama.

Ela acordou: estava presa em um caixote pequeno, tudo estava escuro, agoniada, procurou mais uma vez seu celular que iluminou seu rosto e uma parte de baixo que reconhecera, ser da sua cama. Iluminado as laterais ela viu paredes de madeira que impediam de sair de debaixo da sua cama. Desesperada, ela gritou por ajuda, mas ninguém respondeu. Tentou novamente gritar por um período mais longo de tempo, mas não se ouvia resposta. Frustada, começou a bater as mãos debaixo da cama e nas paredes: deu socos e pontapés, até a dor extrema dos machucados a parar, chorando, e sangrando, ela se encolheu segurando as mãos que gritavam por conta das feridas, o sangue, e as lágrimas, desceram por seu corpo, até atingirem o chão, e começarem a molhar suas costas.

-o que faço para sair daqui? – perguntou a si mesma, e como de costume, não obtinha resposta.

Um sonho, sim, um sonho, se aquilo era um sonho, devia ter uma maneira de acordar.

Ela fechou os olhos com força, e repetiu para si mesma:

- acorde, acorde, acorde..

Ato 4: Futuro.

Aquela era a décima-oitava vez que ela acordava. Já estava cansada e cheia de tudo aquilo.

Estava em uma conversa amigável com um demônio, sem ouvir, em verdade, o que exatamente ele estava falando. Os mecanismos de acordar giravam em torno de 3 regras básicas.

*Você tem que cumprir as condições do sonho, participar dele ativamente.

* Você tem que querer acordar, e;

*Imaginar como vai ser o próximo sonho.

Cumpridas as condições, você acordava e passava para o próximo sonho. No primeiro sonho imaginara um quarto isolado de tudo enquanto cortava legumes para o seu filho, e assim se sucedeu.

- O que vai fazer? – perguntou o demônio.

- Bem, minha primeira estratégia não deu certo, imaginar como próximo sonho uma conversa sobre esse assunto com familiares, pessoas próximas e por fim, entidades mitológicas. Talvez deva imaginar como próximo sonho uma conversa com Deus.

- Por que você não faz isso?- perguntou o demônio.

- Acho que vou cair em algum tipo de abstração inconsciente ou algo assim.

- além das 3 regras, tem mais algo que você descobriu?

- Sim, isso talvez não seja importante, mas parece que os sonhos tem a ver com alguma coisa psicológica minha, com aquele quadro, e..

Ela olhou para o demônio:

- ..com esse quarto. –afirmou com força.

- Esse parece ser importante, na verdade, o que esse quarto tem de tão importante, na verdade?

- Absolutamente nada, vivo presa dentro dele no mundo real, mas o quarto em si não tem nenhum poder, também não sou louca, apesar de estar duvidando dessa última afirmação, ultimamente.

- Você está realmente sonhando? Já se perguntou isso? – a conversa tinha chegado no seu limite, ela já estava enjoada dele.

- Me desculpe, mas o que vou fazer em seguida é matar você, já que você pode acabar fazendo isso comigo em algum momento desse sonho, ou coisa pior, desculpe é só por segurança, ainda sinto as dores como se fosse o mundo real.

Ela precisava de prazer: imaginou o próximo sonho com um prazer colossal, limpou sua faca, e fechou os olhos.

Ato 5: Solução

Milhões, não, bilhões de estrelas a ofuscavam, ela não conseguia pensar em mais nada; sua mente estava cheia de sensações que pareciam fora de qualquer matéria ou descrição; a única coisa que conseguia descrever, era algo semelhante ao prazer sexual.

Sua mente se dividia em várias fagulhas, que se dividiam em mais 100, ela viajava pelo mundo, percorria ramificações de algum sistema desconhecido; o prazer era tanto que beirava a dor, o sofrimento.

Estava satisfeita. Conseguira se liberar de todo o estresse, tentaria sua última cartada, mas, antes, precisava verificar uma coisa.

Ela fechou os olhos, e imaginou.

Ato 6: conversa com Deus.

- Quem é você? – perguntou Isabelle, confusa. À sua frente estava uma versão sua, uma garotinha, por volta dos seus 6 anos de idade, com um pijama velho e segurando um urso de pelúcia que ela reconhecera ser seu quando pequena.

- eu sou você, você sou eu, somos ambas, tudo ou nada, ou, simplesmente, você.

Já era tarde para surpresas.

- Por quê há tanto sofrimento no mundo? o que você está fazendo?

- Por que pergunta isso a mim, você devia perguntar isso a si mesma, o que está fazendo para mudar isso?

- Não me venha com charadas, por quê eu sofro tanto?

- por conta daquele homem que te molestou quando era pequena, o resto do sofrimento é simplesmente inerente a determinadas mentes humanas- sua voz era doce, e apesar de infantil, parecia carregar muita imponência.

- Eu sei disso, eu.. – Isabelle fechou um dos olhos com a mão – ai, não acredito que estou revendo isso, não quero tocar nesse assunto.

- agora você sabe a verdade Isabelle, o mundo sofre por que você sofre, mais importante que o mundo, é o seu sofrimento, e você não faz nada para mudar isso. Minha responsabilidade é sua. Se quer ver menos sofrimento no mundo, você tem que fazer ao menos, uma pequena parte.

- Eu não quero conversar com você, essa não foi uma boa ideia. Isabelle parecia indecisa; ao mesmo tempo queria conversar com ele, e ao mesmo tempo não, sentia que andaria em círculos se perguntasse demais.

- Me desculpe Deus, mas não vamos para a frente assim.

Isabelle fechou forte os olhos.

Ato Final: Conclusão.

Como última cartada, Isabelle imaginara uma conversa com alguém que pudesse lhe dizer qual era a saída de toda essa loucura, assim como, a pessoa em questão, precisava lhe mostrar o meio de sair, e prover essa saída, seja se houvesse um mundo real, ou aquele era o mundo real.

Quando abriu os olhos, o quadro a fitava novamente: estava no seu quarto, dentro dele, ela podia ver a si mesma, como em um espelho, uma versão sua, dessa vez, na sua idade e estado, exatamente como um reflexo, olhando para ela.

- Você.. sou eu? – perguntou.

- Sim, Isabelle.

Sem tempos para surpresa ou choque, ela tentou se firmar e se acalmar, mesmo que continuasse tremendo.

- c-como saio daqui?

- Essa é uma questão interessante, Isabelle. Por todo esse tempo, a resposta estava aqui, exatamente aqui, veja- e abriu as mãos.

- o quê? – perguntou Isabelle, sem entender.

- Nesse quarto, nessa porta.

- você está brincando comigo, não é? Sabe que não consigo.

- Não consegue? Será? Você esteve todo esse tempo aqui, não pensou nessa possibilidade? Ela é bem recorrente.

- É claro que pensei isso, sua insensível, mas não consigo, é impossível.

- No entanto, você deseja uma saída, não é?

Isabelle ficou muda. O que ela podia dizer?

- de uma forma ou de outra, essa porta não dará na sua casa, na sua sala, ou na sua rua, é simplesmente um sonho, no entanto, depois dessa porta, está a solução para sua condição, ou melhor dizendo, o que você acha ser a solução.

- sem joguinhos, dessa vez, essa porta dá, ou não para o fim disso?

- sim, ela dá.

Sem dar muita atenção para qualquer comentário extra, ou ação de sua doppelganger. Isabelle se aproximou abruptamente da porta, e a abriu em um só movimento.

Ato 8: Verdadeiro Final.

Paredes despontavam até aonde a vista alcançasse, era um longo corredor, que ia para direita mais a frente. Sem entender, porém já acostumada a isso, Ela iniciou sua caminhada.

O céu estava manchado de um alaranjado artístico: o final de alguma tarde. Chegando ao final do corredor, Isabelle notou que dava em outro corredor, mais longo e que também virava à direita mais na frente.

Sem protestar, e determinada, Isabelle se pôs novamente a caminhar, no final desse segundo corredor, estava mais outro, e mais outro, e mais outro. Dobrando em uma ramificação, não demorou muito para Isabelle perceber: estava em um labirinto.

As paredes tinham estranhas arranhaduras, algumas descascavam, como se já estivessem ali há muito tempo. Observando essas marcas, Isabelle notou que voltara ao ponto de partida, no entanto, diferente da última vez, não havia a porta que a levava de volta para o quarto. Fechando os olhos, ela tentou acordar: mas foi inútil.

- ok, sem ansiedade, Isabelle, as regras não funcionam, no entanto aquela dopperganger disse que essa seria a solução, a saída.

Andando mais um pouco em algumas bifurcações, Isabelle percebeu que seria extremamente difícil achar uma saída; “se houver uma saída” pensou “se estou em um sonho, nada garante que haverá uma saída”.

O cansaço tomou conta de seu corpo, então sentou e se pôs a pensar.

“Isso é real?” “se isso é real, eu poderia estar presa em algum lugar fora do mundo corpóreo, talvez existisse vida depois da morte; talvez ela tivesse morrido. Sendo esse o caso, sua alma poderia estar presa em algum tipo de ciclo simbólico relacionado com algum assunto não resolvido; assim, identificar esse assunto e resolvê-lo, seria a saída dali para a ascenção de sua alma.

Ela deixou a cabeça cair para trás e bufou:

- que assunto não resolvi?

Ato 8: verdadeiro final (passado)

Imagens do bullyng na infância, timidez, introspecção, e isolamento social, passaram por sua cabeça, também auto-mutilição, remédios, psiquiatras, antiossíoliticos, e anti psicóticos.

Nenhum relacionamento social de importância acontecera, pelo menos não a ponto de enlouquecê-la e fazê-la alucinar.

Suspeita de esquizofrenia.. essa parecia ser importante, mas se aquela era uma alucinação, deveria ser permeada por momentos sóbrios. Sem achar uma solução, ela começou a esfregar a cabeça em busca de algum ponto catalisador que pudesse ter desencadeado isso. Dessa forma, havia duas coisas importantes que ela cogitara:

*ou estava morta ou;

*alucinando.

Infelizmente, ela não lembrava muito de como chegara ali, nem tampouco do período próximo de tempo que antecedera essa “viagem”. A única coisa que lembrava de concreto, é que estava presa dentro do próprio quarto. O “quarto”, sua gêmea falara disso: sair pela porta. Será que essa era a única solução?

Um medo aterrador dominou-a; não conseguia imaginar-se em um ambiente com outras pessoas. Sua fobia social a fez tremer, suar, ter palpitações; aquela, decerto, seria a solução, mas não conseguia imaginar nada mais assustador no universo; suas mãos se esfregavam, tentando controlar os sintomas psicossomáticos, mas aquela parecia ser a única saída. Seu quarto certamente era o catalisador de toda essa loucura. Engolindo em seco, e sabendo a montanha que a esperava, ela decidiu:

-T-tudo bem, se essa é a única saída.. eu vou.

Um barulho absurdo se fez ouvir: parecia que algo tinha explodido. As paredes tremeram, e um som estridente gritou a pleno ar.

-Mas q..? – Isabelle não teve tempo de continuar: as paredes do labirinto se abriram e se reorganizaram, deslizando no chão com grande barulho, todas se enfileiraram uma ao lado da outra, até que finalmente formassem um único, e enorme corredor, ao final do qual, uma pequena porta verde, despontava.

- Então essa é a saída, como imaginei, apesar de ser algo que temo tanto, no final, era assim que acabava. Não sei se estou pronta, mas vou tentar, espero que tudo dê certo.

Ela caminhou, por um momento, até o final do corredor, e depois, abriu a porta. Olhou para trás como uma despedida, tomou fôlego, e saiu para a luz.

❖❖❖
Notas de Rodapé

Hello, se chegou até aqui, obrigado.

se puder deixar um comentário ou um apreço caso tenha gostado, eu lhe seria muito grato também.

abraços.

Apreciadores (1)
Comentários (1)
Postado 12/09/18 10:29

Prometo terminar de ler, mas a leitura é cativante e absurdamente realista. Tem um toque diferente mesmo. Está de parabéns

Postado 12/09/18 10:54

nossa, obrigado pelo comentário, ficou grandinho mesmo, ainda sim agradeço o replay.