Escadas de emergência
Tipo: Conto ou Crônica
Postado: 13/09/18 23:31
Avaliação: Não avaliado
Tempo de Leitura: 3min a 4min
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Palavras: 517
[Texto Divulgado] "O olhar de Jurema" Jurema, uma brasileira comum, tem seu dia a dia e sua reflexão sobre sua vida narrada neste conto, que visa mostrar uma breve descrição do brasileiro em geral.
Não recomendado para menores de dezoito anos
Notas de Cabeçalho

Um conto LGBT, de duas muheres entregues a paixão.

Capítulo Único Escadas de emergência

Já são quase 02h00min horas da manha, eu estava morrendo de sono e dormir quase todo o caminha na volta pra casa. Assim que entramos no prédio, sigo em direção ao elevador.

- Ei! Que tal irmos de pelas escadas hoje? – ela me perguntou com um sorriso e não tive muito tempo para responder quando sua mão me puxou com rapidez.

- Espera Lana. Moramos no 8° andar, não vou de escada. – disse indo em direção à porta.

- Vai ser tão divertido que não vai se dar conta da quantidade de degraus. Anda preguiçosa. – dou um suspiro e começo a subir as escadas em sua frente. – Pode subir, a visão de onde estou é incrível.

- Não acho graça nenhuma.

Continuo a subir, até chegarmos n 5° andar. Apoio-me no corrimão em busca de ar, levanto minhas mãos e começo a me abanar, em vão. Lana para em minha frente séria, colocando sua bolça no chão.

- Que ideia essa sua hein, vou te contar...

- Tá com calor gata? – Lana tira uma mecha de cabelo que estava no meu rosto, coloca os braços a minha volta e me deixa presa entre a parede e seu corpo.

Agora não tenho mais como reclamar de nada, ainda estou ofegante e não é só culpa dos degraus que acabei de subir. Lana começa beijando meu pescoço devagar, uma de suas mãos acariciam a minha coxa e sobe até a minha bunda.

- Não vai mais subir as escadas? – ela sussurra em meu ouvido.

- Não faz isso comigo, começou a brincadeira agora termina. – ela sorri e volta a me beijar, agora apertando a minha cintura. - minhas mãos estão tremendo e eu não consigo desabotoar a sua calça.

- Calma, deixa que eu resolvo isso depois. Agora vamos cuidar de você, relaxe.

Ela levanta o meu vestido enquanto distribui leves mordidas no meu pescoço e é impossível não chamar pelo seu nome.

- Lana e se alguém aparecer e nos ver aqui? Nessa situação toda?

- Ninguém vai aparecer por aqui... A não ser que tenham a mesma ideia que eu. – soltou uma risada rouca enquanto brincava comigo por cima da minha lingerie preta.

Era impossível ficar quieta, eu quase não conseguia ficar de pé. Lana me segurava firme contra a parede, minha pele queimava enquanto eu beijava seu pescoço, na tentativa de abafar os meus gemidos. Não podia mais esperar, não conseguiria chegar ao paraíso sem antes leva-la comigo. Inverti os papeis e a prensei na parede abrindo zíper da sua calça.

- Acho que agora você conseguiu abrir. – ela me disse sorrindo.

- Não é hora pra conversar... E eu estou cheia de pressa pra ter você.

Distribuo beijos por todo o seu rosto, pescoço e seios. Soltamos algumas risadas involuntariamente, pelo desastre de estarmos nas escadas e pela tensão de alguém aparecer. Agora é minha vez de brincar e sei que ela não está ligando pras suas roupas jogadas no chão, as paredes daquele lugar parecem estar tremendo e entre os suspiros e gemidos abafados pelos nossos beijos nos entregamos uma a outra, esquecendo completamente do perigo de sermos pegas por alguém nas escadas de emergência do nosso prédio.

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Apreciadores (2)
Comentários (1)
Comentário Favorito
Postado 21/09/18 14:35

haha, peguei elas

está muito bem escrito e excitante, adorei ver elas "subindo as escadas".

está dinâmico, e com um bom clima, parabéns.

Beijos.

Postado 22/09/18 22:42

hahah fico feliz que tenha gostado, muito obrigada. <3

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