Número 23
Iago França
Tipo: Roteiro (Cena)
Postado: 03/11/18 03:01
Gênero(s): Suspense
Avaliação: Não avaliado
Tempo de Leitura: 3min a 5min
Apreciadores: 0
Comentários: 0
Total de Visualizações: 39
Usuários que Visualizaram: 4
Palavras: 616
[Texto Divulgado] "Tempestade" Porque eu sou como uma força da natureza, não tente me parar. Isso é tudo o que eu te peço.
Não recomendado para menores de doze anos
Capítulo Único Número 23

Era 11 da noite, quando Jéssica, menina de 22 anos, estudante de direito abre à porta de sua casa para seu namorado Roberto, um serial kiler, que já matara mais de 20 pessoas a mando de gangue, com mais de 4 anos de relacionamento, eram frenquentes os encontros as tantas da noite, e aquela noite, era apenas mais uma noite de encontro para Jéssica, não para Roberto.

A duas noites atrás, Roberto recebera uma ligação, já estava dormindo, mas sentira necessidade de atender a aquele telefonema, pois ninguém se prestaria a ligar às 3:30 da manhã, se não fosse algo urgente, ao antender, Roberto ouve uma voz que jamais ouvira antes, dizendo apenas para que verificasse seu celular naquele momento, o mesmo concede os mandos da voz desconhecida, quando abre seu celular, se depara com fotos e vídeos de sua noiva, em relações sexuais com outro homem, chamado Carlos, e uma mulher, chamada Lívia, casados em busca de novas experiências, Roberto não conseguira conter as lágrimas, e muito menos seu ódio.

Um encontro normal, como todos os outros, mas dessa vez, Roberto não tocara em Jéssica em nenhum momento desde sua chegada, e só bastou Jéssica virar-se de costas para seu noivo, no momento em que colocava as pedras de gelo nas tarças de vinho, para que levasse dois tiros de costas, de forma que atravessasse uma parte de seu corpo, e chegasse ao coração, causando morte súbita. Nesse momento, Roberto usufrui de todos seus dotes teatrais, e monta uma cena, ligando pra Polícia, de forma que quando a polícia chega, o encontra aos prantos, em cima da sua noiva.

Horas se passaram, até que os próprios policiais levam Roberto até sua casa, para tentar uma noite em paz, para que na manhã seguinte pudessem iniciar as investigações se forma rigorosa, porém naquela mesma noite, Roberto não dormira sossegado, reflexos apareciam no espelho, e pela primeira vez Roberto havia matado alguém com consciência, e sentimento, não queria fazer isso, mas aquela raiva havia tomado conta de todo seu ser, e ele jamais tinha passado por uma situação parecida.

O dia amanheceu, e começara as investigações em cima de toda aquela história, começaram a investigar e interrogar todos os que poderiam ter algum proplema com Jéssica, entre esses, ex's namorados, amigos de faculdade, de estágio...

Roberto acompanhara toda a investigação desde às 6:00 da manhã, sem dormir um segundo se quer. Ao meio-dia, Roberto voltara pra casa, para almoçar e tentar descansar um pouco, porém, logo os surtos começaram, e a imagem de Jéssica aparece por fim para Roberto, e o mesmo aos prantos se ajoelha nos pés daquele espírito e pede perdão, a imagem não fala nada, e simplismente some.

Horas depois, Roberto chama sua mãe, a entrega uma carta lacrada com seu nome e o remetente, e pede que a mesma entregue ao delegado responsável pelo caso de Jéssica, sua mãe concede seu pedido, e ao entregar, curiosa, espera o delegado abrir a carta para ouvir também, o que ali estava escrito.

Na carta dizia: "Sou um serial kiler, já matei 22 pessoas, nenhuma delas, senti nada ao fazer o ato, mas tudo mudou quando matei a pessoa de número 23, havia sentimento, amor, e eu não suportei a ideia de ser um monstro tão imaturo, a ponto de matar alguém que havia me traído, antes mesmo até de conversar, saibam que já estou no inferno, e não tem mais jeito"

Com 20 minutos, a polícia chega na casa de Roberto, e encontram o mesmo jogado na cama, com uma faca enfiada no coração, mergulhado em sangue, completamente morto.

Mas o que aconteceu? Tratava-se de um suicídio? Ou do espírito de Jéssica que o matara?

❖❖❖
Apreciadores (0) Nenhum usuário apreciou este texto ainda.
Comentários (0) Ninguém comentou este texto ainda. Seja o primeiro a deixar um comentário!