A batalha.
Pequena Estrela
Tipo: Conto ou Crônica
Postado: 10/05/19 09:11
Editado: 10/05/19 10:53
Avaliação: Não avaliado
Tempo de Leitura: 3min a 5min
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[Texto Divulgado] "Renascentismo" "And it's good to be alive Crying into cereal at midnight If they ever let me out, I'm gonna really let it out"
Livre para todos os públicos
Notas de Cabeçalho

Apenas apreciem

Peguei muito de SW (óbvio)

Apenas apreciem meus caros jedis e siths.

Capítulo Único A batalha.

Lá estava eu naquele lugar envolto de fogo e escuridão onde há muito tempo se iniciou uma batalha igual a que eu teria que travar.

Já não mais vestida de branco como todo ser de luz e sim de negro assim deixando claro minha escolha.

Meu rosto já não era mais o mesmo, estava abatido e nele havia uma palidez mortal que acompanhava um olhar vazio de ternura, e meu sabre de luz antes azulado se encontra rompido e em um tom carmim.

Caminhei por aquela superficie pedregosa e quente porém ouvi passos adiantados atrás de mim, era ele, meu mestre.

Virei-me liguei meu sabre e o encarei, estava triste, porém instintivamente ligou sua arma assim que liguei a minha, o olhei com pesar.

_ Não deveria estar aqui mestre... Eu disse para não vir _ disse eu em um tom baixo.

_ E eu disse que viria caso você escolhesse este lado _ ele retrucou sabiamente e calmamente, isto era tipico dele.

_ Então que seja, aqui será seu tumulo... mestre _ terminei dizendo aquilo, porém senti imensa dor tal dor que tentei disfarçar com a raiva.

Mas mesmo assim corri ao seu encontro e comecei a ataca-lo e ele a defender-se e contra-atacar sempre a me encarar e eu sequer.o olhava, não tinha coragem.

Aquela batalha estava um verdadeiro inferno, eu com minha revolta e ansiedade atacava com o sabre meu mestre que sequer se movia, era calmo e zeloso e conseguia me afastar e me colocar no chão sem o maior esforço. Entretanto a batalha nunca se encerrava r estavamos lá, batalhando no Submundo, onde a lava nos cercava.

Eu fiz cortes leves nos braços dele, como ele conseguia desviar dos ataques letais mesmo eu usando toda a força?!

E ele em contra-peso me jogava ao solo amargo pelo enxofre toda vezes possiveis com o mesmo olhar pesado.

Então a batalha findou.

Eu com um golpe desesperado após tanto tempo de luta o desarmei e apontei o sabre contra seu peito, era agora ou nunca.

Ele apenas me olhou e sorriu...

O mesmo riso doce na primeira vez em que nos vimos, como em toda vez em que nos olhavamos. Senti meu ódio morrer com aquele sorriso e a culpa tudo substituir e logo a agua salgada do meu choro inundou minha vista.

_ Não consigo, eu... não consigo por que ainda o amo... _disse entre soluços e lagrimas que pareciam me queimar como brasa, cai de joelhos e desliguei o sabre corrompido.

Eu falhei.

Esperava dele tudo, minha morte, a decepção, e até mesmo o rancor e tudo o que há de mal.

Mas de repente senti algo envolver-me, era macio e quente, era seu abraço...

Um forte abraço.

Pela primeira vez ele me abraçou, e eu me rendi a aquilo ainda entre soluços enquanto suas mãos calejadas pelo tempo acariciavam meus cabelos.

Era o fim da batalha, eu não cai de corpo porém cai de alma, tanto que sequer encarei suas orbes por ter feito o que fiz.

Tudo por medo...

Eu tinha consciencia que nada seria a mesma coisa, eu teria que partir pois meus pensamentos quebraram o código não só ao ir para o lado obscuro, mas por um dia imaginar mais do que aquele abraço terno com o meu próprio professor.

Mas ainda sim, naquele momento, eu deixei-me levar.

E ficamos lá naquele lugar envolto de lembranças e chamas apenas por um instante, senti-me plena em seus braços.

E tudo o que ele dizia era com calma e amor que eu sequer merecia era:

_ Está tudo bem... Vai passar, está tudo bem..

Quem sabe na outra vida não seja diferente e o final não seja tão triste como este foi querido mestre...

❖❖❖
Notas de Rodapé

É isto!

Esse é dos longos meus amores

Espero que tenham gostado.

Beijocas meus queridos Jedis e Siths

Que a força esteja com todos!

(Quero respostas sobre isto mestre)

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