Cronômetro
Monise
Tipo: Conto ou Crônica
Postado: 06/09/20 22:01
Editado: 06/09/20 22:05
Gênero(s): Drabble Drama Suspense
Avaliação: 9.85
Tempo de Leitura: 37seg a 50seg
Apreciadores: 6
Comentários: 5
Total de Visualizações: 73
Usuários que Visualizaram: 7
Palavras: 100
[Texto Divulgado] "De Flor a dor, enfim a liberdade!" Romance erótico em 12 capítulos, contextualizado entre 1578 a 1583 aproximadamente. Período este das turbulências na luta pela sucessão real de Portugal, cujo rei morrera sem deixar herdeiros ao trono. Numa investida do duque de Alba em formar uma aliança com a Alemanha através do casamento de seu primogênito com a filha do duque de Baviera, Katrina descobre o amor e todo fogo da paixão.
Livre para todos os públicos
Notas de Cabeçalho

A primeira ideia que me ocorreu por haver pouquíssimo tempo para criar o texto...

Capítulo Único Cronômetro

O tempo passava, cada segundo o aproximava de sua maior derrota...

O terremoto tinha sido tremendo, o maior em toda aquela região!

Ele escapara e correra para casa para acudir a doce e indefesa criança que no leito, presa e totalmente indefesa jazia...

Prometera que voltaria rápido, era uma ida ao mercado, pouco mais de três quilômetros...

Contudo as informações chegaram atrasadas e ao sair em busca de suprimentos, deixara Melissa sozinha.

Tinha sempre sido assim, desde o horrível acidente, nunca saía de casa, só em caso de extrema urgência...

Teria o velho telhado caído sobre a indefesa criança tetraplégica?

❖❖❖
Apreciadores (6)
Comentários (5)
Postado 07/09/20 01:13

A morte não espera ninguém. Uma ida ao mercado, uma saída para abastecer o carro, uma tarefa não terminada no serviço... A morte chega para aqueles que devem ser levados e o terremoto na alma daqueles que ficam é eterno.

É uma narrativa curta, mas instigante. Ela toca lá no fundo da alma e mostra como tragédias acontecem, mesmo que nós tentamos evitá-las por todas as perspectivas. Infelizmente não temos tal poder...

Obrigada por compartilhar essa obra profunda dentro de sua simplicidade singular!

Parabéns, Monise

Postado 07/09/20 08:02

Grata pelo seu comentário e a profunda reflexão que ele traz.

Realmente a vida segue e não espera ninguém, bem como a morte não avisa...

Vivamos o agora com intensidade, amor e alegria, pois do próximo minuto ninguém sabe...

Postado 07/09/20 09:12

Oh, Satã... Srta Monise, me perdoe por minha imaginação fértil e doentia e muito obrigado por me mostrar o caminho para a criação de mais uma obra maldita e malevolente...

E, claro, deixo também registrado meus parabéns pela postagem, pois ele passa com perfeição o senso de urgência e crescente desespero da protagonista, fazendo a sensação de tragédia anunciada pesar no íntimo dos leitores. Excelente, simplesmente excelente!

Atenciosamente,

Um ser que sempre espera e imagina o pior, Diablair.

Postado 07/09/20 09:24

Bem que a 6 de Janeiro me falou que você ia gostar desse texto...

Agraciada pelo seu comentário!

Postado 07/09/20 15:42

Meu coração entrou em desespero a medida que fui seguindo a leitura e entendendo o que estava acontecendo...

Infelizmente é como a senhorita Sabrina disse, a morte não espera ninguém, e pode vir a qualquer instante...

Todos os parabéns do universo para você, senhorita Monise! <3

Criou um texto imensamente trágico, que eu adorei profundamente! <3

Abraços carinhosos! <3

Postado 08/09/20 07:35

A morte é algo que não espera, apenas ocorre, é algo....rápido demais para os olhos

sua leitura é cativante e agoniante, como toda boa obra deve ser, tragico e cheio de entrelinhas.

parabéns!

Postado 13/09/20 23:16

A morte é tipo um relógio que nunca atrasa e, quando para, não consegue mais voltar a funcionar.

Que texto maravilhoso, parabéns!

Postado 14/09/20 09:28

Obrigada por ler e comentar! :)