Novos heróis. (Em Andamento)
Alenz07
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Tipo: Romance ou Novela
Postado: 14/09/20 16:08
Editado: 17/09/20 15:45
Qtd. de Capítulos: 4
Cap. Postado: 15/09/20 21:16
Avaliação: Não avaliado
Tempo de Leitura: 3min a 4min
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Palavras: 520
[Texto Divulgado] "A esperança na sombra da morte." Ódio ou Esperança? Qual desses sentimentos poderia proteger o amor?
Não recomendado para menores de dezesseis anos
Novos heróis.
Capítulo 3 Dizeres.

Catarina digita, com seus dedos, rapidamente a senha que o jornalista lhe deu antes de morrer. Uma pasta com inúmeros arquivos foi aberta.

— Vamos ver. — ela falava clicando em um vídeo.

O conteúdo era revelador: Um soldado, ligado há vários sensores e com os braços e pernas, estupidamente presos, se debatia enquanto gemia.

— Minha nossa. — Catarina desabafava enquanto via o homem agonizante.

No vídeo, o soldado era submetido a testes de dor irreais, nenhum ser humano normal poderia suportar tal feito. Era na verdade, um mutante.

Enquanto isso, César encontrava-se em um antigo ferro velho, perto de onde mora, o jovem alongava-se com a mão direita.

— Tenho que me concentrar no que quero, vai ser igual à bola. — César falava enquanto mirava um soco na lataria de um velho fusca.

O barulho ecoou por todo o lugar, mas a mão do garoto recuava enquanto ele fazia uma expressão dolorosa, com o rosto: — Droga! Nem arranhou!

O fusca permanecia como antes do golpe, a única mudança era a dor que César sentia e também, um estranho ronronar: — O que? — César olhou para trás, por cima do ombro.

Três cachorros de grande porte estavam à espreita e quando o garoto gritou: — Merda! — a perseguição começou.

O coração de César palpitava logicamente ele estava estupidamente arrependido de ter adentrado aquele terreno. O instinto primitivo de caça dos cães fora realmente ativado.

— Não posso fugir a vida inteira! — César gritava ao perceber que era cercado.

Os cães esgueiravam-se, buscando um ponto cego, enquanto o garoto tentava manter o contato visual com todos eles.

— Por favor! Funcione! — ele berrou saltando e escapando da investida, a única coisa boa foi que ele conseguiu permanecer no ar, em três metros de altura.

— Parece que o jogo virou. Deviam ser cachorrinhos mais calmos!

César gritava e dava língua para os animais, que o olhavam com certa estranheza, até que ele despencou com as costas no chão.

Um dos animais não titubeou e saltou sobre o invasor do ferro velho, que contra atacou com um chute, o cachorro fora jogado para longe.

O segundo investiu lateralmente, mas César ao agarrar um cano de ferro, impediu o bicho de continuar o problema era o terceiro que corria para seus pés.

— Merda! — César gritou pensando apenas em se afastar, foi ai que ele começou a voar rente ao chão e de costas, em uma velocidade considerável.

O jovem ria e mostrava o dedo médio para os raivosos animais, que tentavam alcançá-lo, mas César deu com as costas em um carro abandonado de maneira violenta.

Ele terminou caído de quatro e com um dos cachorros saltando sobre-si. Foi então que César agarrou o cano com as duas mãos e golpeou seu algoz.

A mesma força do chute manifestou-se, o cachorro foi arremessado para fora daquele grande ferro velho, caindo apenas dentro de um pequeno mercado que havia ali perto.

— Droga. — César praguejava. — Espero que não tenha caído em cima de ninguém.

Os outros dois animais, ao verem seu comparsa sofrer um golpe fulminante, fugiram aos trancos e barrancos enquanto choramingavam: — É melhor eu ir embora.

Aos poucos, os poderes de César, afloravam-se.

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