Iminnar (Em Andamento)
Deckinha Co-Autores Alenz07
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Tipo: Romance ou Novela
Postado: 06/10/20 18:17
Editado: 12/01/21 20:47
Qtd. de Capítulos: 3
Cap. Postado: 06/10/20 18:17
Avaliação: 8.9
Tempo de Leitura: 6min a 8min
Apreciadores: 3
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Palavras: 985
[Texto Divulgado] "Pomar proibido." É difícil lidar com o desejo da proibição de algo que basta atravessar o quintal para alcançar...
Não recomendado para menores de dezoito anos
Iminnar
Notas de Cabeçalho

Minha primeira novel. Claro que Alenz está me ajudando, depois de ler suas obras e conversar com ele, resolvemos embarcar neste projeto. Ele entra em algumas poucas coisas, como criação de personagens, ambientação e eu, me preocupo com o roteiro e produto final. Divirtam-se com esse capítulo piloto.

Capítulo 1 Chamado.

O tempo nublado da Capital das Flores era testemunha do término de uma reunião que acontecia no castelo do imperador.

— Muito bem Athatrus. — Deadcross, o imperador falava. — Acredito que, sua aprendiza e Sirenia, são mais do que o suficiente para esta tarefa.

— Meu imperador, Catarina ainda está em treinamento.

Athatrus era um jovem senhor com uma barba recém adquirida e também, o mago mais respeitado da Capital das Flores.

— Confie na força dela. — Deadcross insistia. — E eu, gostaria de conversar a sós com você, então seria o momento apropriado. Vocês duas podem ir, espero respostas.

Sirenia foi a primeira a se levantar, ela deveria ser uma sereia, mas essa era uma dádiva dada apenas à realeza do povo tritão. Sua pele azulada e escamosa a tornavam única.

Já Catarina, agia como humana, parecia humana, porém era uma Kalashtar. A origem desse povo era dita como a magia, em sua pureza e a morena, também tinha a alcunha.

Com o tempo a dupla foi até a parte segregada da capital, as lindas construções, deram lugar a lama e a casas de argila que mal aguentavam a chuva.

A população dessa parte da cidade era composta por elfos e humanos e depois de conversar bastante com os cidadãos, as duas chegaram até uma casa com teto de palha.

— Parece que não tem ninguém. — Catarina falava depois de dar uma volta ao redor da construção, enquanto chamava pelos donos.

— Então não vão se importar, disto!

Sirenia exclamou usando uma técnica que aprendera com os monges, um soco de mão aberta que era capaz de levar ao chão, um homem com a força de dez leões.

A passagem abria-se para elas, no entanto fora a porta derrubada, nada de anormal era visto: — Espera um pouco.

Catarina pedia enquanto fazia uso de seus poderes mentais. Logo ela foi até um forno.

— Está vivo? — Sirenia perguntava olhando um pequeno elfo amarrado e desacordado.

— Sim. — Catarina respondia. — Do contrário, eu não o sentiria.

Assim que saíram da casa e colocaram o elfo em cima do cavalo que as esperava, Catarina começou a olhar pensativa para a construção.

— Tem mais alguém ai? — Sirenia perguntava um tanto curiosa.

— Se o tal Barão voltar aqui, vou deixar um presente de despedida.

Catarina disse encostando com a palma da mão na parede de argila, alguns curiosos a viam congelar toda aquela pequena casa em menos de um minuto.

Três dedos de sua mão esquerda estavam cobertos por uma fina camada de gelo e quando ela tirou-a da parede, a casa começou a rachar até mesmo vir ao chão.

Uma pequena névoa espalhava-se pelo povoado: — A estrutura de argila não suporta o frio extremo. Vamos entregar esse elfo ao imperador e depois, voltar para o meu mestre.

Depois de deixar o prisioneiro com os guardas do imperador, Sirenia e Catarina passaram pela capital das Flores até chegarem à casa de Athatrus, no inicio da noite.

— Passou um furacão aqui? — Sirenia perguntava vendo tudo revirado.

— Mestre! Onde o senhor está?!

Quem gritava perguntando era Catarina, enquanto dava largas passadas e via tudo revirado, muitos livros ao chão e cadeiras jogadas: — Não o sinto. — Catarina falava.

Ao ver sua companheira iniciar um choramingar, Sirenia apontou e disse: — Não confie tanto nos seus poderes, veja.

Eram rastros de uma pessoa sendo arrastada. As duas não hesitaram e seguiram-no, mas quem seria capaz de arrastar Athatrus, até um beco escuro no limite da cidade.

— Que sensação de morte. — Sirenia falava ao olhar para a total escuridão.

Catarina colou o polegar da mão direita, na palma da mão e com os outros dedos estendidos, lançou uma poderosa labareda para a escuridão.

O clarear foi rápido, mas elas viram um humano sendo comido, por uma criatura monstruosamente grande que aos poucos se postava de pé e vinha até elas.

— Um orc? — Sirenia perguntava. — Não sabia que fediam assim.

— Vou tentar me comunicar. — ao usar seus poderes mentais, Catarina gritou e caiu de joelhos, com as mãos pressionando sua cabeça.

O orc gruía para o céu e golpeava algumas velhas casas, casualmente.

— Essa não! — ao ver aquilo Sirenia tomou a dianteira e fez uso de outra habilidade dos monges, desferindo chutes e socos em uma velocidade abissal.

O orc tombou de joelhos e apoiava-se com sua clava. Como estava perto, podia-se ver que ele era mais feio do que diziam nas histórias.

— Um orc zumbi? — Sirenia perguntava parando para admirar a criatura, que levantava para contra atacar.

— Sai daí agora! — ao ouvir o grito de Catarina, ela saltou para trás e escapou de um violento golpe de clava.

— O que você fez com Athatrus?! — Catarina perguntava lançando seu punho fechado para onde o orc estava.

Do antebraço direito da maga, cinco grandiosas labaredas galgaram o céu e iluminaram a noite, todas aquelas chamas tomaram a forma de dragões e atacaram o orc.

Era a primeira que aquele monstro caia, mesmo que sentado, no entanto o ataque de Catarina não o queimou devidamente. O orc levantava-se aos poucos.

— Tudo isso e você não fez nada? — Sirenia perguntava vendo a amiga bem suada depois do ataque.

— O próximo fará.

Catarina estendeu a mão esquerda na direção do orc e uma poderosa nevasca deu-se início, toda aquela magia congelou parte da barriga, braço direito e ombro do monstro.

— Merda. — Catarina praguejava bem arfante, a parte esquerda de seu pescoço, rosto e mão esquerda estavam cobertas por uma fina camada de gelo.

— A resistência dele é impressionante. — Sirenia falava concentrando a liberação de ki dos monges, em suas duas mãos.

Logo em seguida ela lançou a rajada de ki na barriga do orc que gritava e arregalava os olhos, além de ficar de pé e forçar alguns passos para frente.

— Eu conheço mais uma magia. — Catarina falava. — Mas a paisagem vai mudar.

— Usava, não quero virar comida de...

Sirenia interrompeu-se, porque viu o Orc cair de maneira truculenta. Ele recebeu tantos ataques nocivos que finalmente, rendeu-se à morte.

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