Heróis (Em Andamento)
Alenz07
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Tipo: Romance ou Novela
Postado: 12/01/21 20:09
Editado: 19/01/21 21:44
Qtd. de Capítulos: 4
Cap. Postado: 12/01/21 20:09
Cap. Editado: 12/01/21 20:13
Avaliação: Não avaliado
Tempo de Leitura: 3min a 4min
Apreciadores: 2
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Usuários que Visualizaram: 4
Palavras: 521
[Texto Divulgado] "Quarto dia" Os dias com eles pareciam perfeitos, a não ser pelo sabor estranho na comida que ele cozinhava ou pelo fato de que esquecer a maioria das coisas que aconteciam no dia anterior. ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀
Não recomendado para menores de dezoito anos
Heróis
Capítulo 1 Um dia como qualquer outro!

Pés descalços disputam a posse da bola e mesmo com o levantar de muita poeira, ela sobra com seu quicar para o pé esquerdo de César.

Ele por sua vez tinha uma visão periférica, quase pornográfica e fez uso desta habilidade, para lançar sua nova amiga, por vinte e oito metros à frente.

A bola voou em meia altura, passando por seis jogadores, que ficaram sem tempo de reação, até sobrar para o joelho esquerdo de Wesley e por fim, o gol ser marcado.

Os gritos da comemoração eram inevitáveis, afinal aquele feito dava o direito ao time de Wesley e César, de pegarem um engradado de refrigerante. O jogo havia terminado.

— Negão, dessa vez achei que não ia dar. — César comentava, sentado embaixo de uma árvore. Só a dupla que participou do gol final havia permanecido, naquele parque vazio.

— Tu fez mágica com aquele passe, eu quase não acredito.

Wesley falava enquanto efetuava algumas embaixadinhas: — Já está tarde, vamos para casa?

— Vamos sim. — Wesley respondia César. — Toma.

Com o pé esquerdo, ele passou a bola ainda no ar, para o amigo, mas quando o peito do pé de César tocou de forma casual o objeto, um barulho intenso, derrubou os dois.

César caiu de costas no chão e derrubou refrigerante em seus cabelos ondulados, Wesley já, havia caído sentado, no entanto, o problema era a bola.

Ela havia estourado, porém o mais impressionante foi à altura de setenta e nove metros de altura, que alcançou: — César! — Wesley berrava. — Minha bola! Vai ter de pagar!

Algumas horas depois, no centro da cidade, um estranho homem passa apressadamente por alguns becos.

Ricardo tem a impressão de estar sendo observado em muitos momentos, mas em meio a toda aquela escuridão o repórter não enxerga nada e quando se alivia é desmaiado.

— Acorda vagabundo. — uma voz de mulher chamava-o.

O vento forte, tremulante, quase não lhe permitia ouvir. Seu corpo estava inclinado e seus braços eram entrelaçados para trás, tudo que Ricardo via era o chão.

— Meu Deus! — ele gritou ao perceber que estava no alto de um prédio. — Quem é você?!

— Não interessa! — ela fez menção com o corpo, que o soltaria dali mesmo.

— Merda! Ta bom, o que você quer? Faço qualquer coisa!

— Eu sei que você acessou e roubou arquivos das nossas forças armadas, eu já roubei os seus arquivos, mas preciso da senha para burlar a criptografia. Qual é a senha?!

— Não posso! — o homem respondia. — O que tem naqueles arquivos, vai mudar o curso da nossa história.

— Então morra. — a voz dela tinha rancor e aos poucos, a mulher afrouxou a corda. Ricardo berrou feito um bebê.

— A senha é, quarenta e dois, eme, setenta e dois! Tudo junto e em maiúsculo, eu já contei, agora me salve pelo amor de Deus!

— Infelizmente, você é um jornalista exemplar. Se eu te libertar, virá atrás de mim e eu, sei o homem sujo que é. Tão sujo, que se suicidou! — a voz da mulher ganhava raiva.

Ricardo teve as cordas de seus braços cortadas e então, ele despencou para a morte, enquanto, Justiceira observava de camarote a queda do jornalista.

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