Uma história espacial (Em Andamento)
Alenz07
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Tipo: Romance ou Novela
Postado: 12/01/21 21:06
Editado: 13/01/21 12:39
Qtd. de Capítulos: 1
Cap. Postado: 12/01/21 21:06
Cap. Editado: 13/01/21 12:39
Avaliação: Não avaliado
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[Texto Divulgado] "Agostinho dos Santos" Uma parte da vida pode ser esquecida ou ficar na nuvem, no limbo mas, um dia ela cai com tudo em você.
Não recomendado para menores de dezoito anos
Uma história espacial
Capítulo 1 O filho de Tridgan.

Tridgan é um planeta, localizado no sudoeste da via láctea, muito parecido com a Terra. Mas com muito mais azul do que verde.

Sua população é composta por duas raças dominantes, ambos são chamados de tridgonianos. Os primeiros são homens aves, que vivem nas poucas ilhas.

E mais de noventa por cento da população são criaturas muito parecidas com as lendas de tritões, que existiram na Terra, no entanto eles têm diversas raças e etnias.

Vários tentáculos teclam em um painel de computador, em uma velocidade frenética.

— Estabilizou! — Aujirin gritava. — XL-38 está estabilizado!

Ele era um tridgoniano polvo, com pele puxada para o roxo, mas ao focar seus olhos no recipiente de sua experiência percebeu a figura de um tubarão. O senhor Azura.

— O que é isso? — o governador de Tridgan, perguntava para Aujirin.

O semblante de Azura estava fechado e ele sequer punha os olhos no cientista, no entanto, esperava uma resposta minimamente aceitável.

— Meu senhor. — Aujirin chamava. — Está olhando para o futuro de Tridgan.

— Futuro? — Azura repetia a palavra em forma de pergunta.

— Sim! Depois de anos, XL-38 é a primeira vida da história de Tridgan gerada a partir da própria energia EX. Sem precisar ser concebido de forma natural, seu potencial...

— Então é verdade. — Azura interrompeu ao balbuciar. — Armou por baixo dos panos, para criar um monstro.

O governador olhou melhor para o pequeno tridgoniano que estava adormecido no recipiente, em posição fetal.

A forma humanóide era nítida, uma longa cauda de ponta única, três dedos em cada pé, ausência de nariz e chifres faziam o bebê não ser tão belo.

— Essa abominação, deve morrer! — Azura rugia desembainhadas suas duas espadas, que carregava na cintura.

— Meu senhor espere! — Aujirin pedia. — Apesar de tudo ele é só uma criança, não tem noção do nosso mundo. Seria um crime matá-lo sem dar uma oportunidade.

— Você tem razão. Sua criação será descartada como lixo espacial e, enquanto ao seu criador, será condenado a viver de restos. Um ser moribundo até o final da vida.

Uma semana se passou e a palavra do governador se fez valer. Primeiro Aujirin foi condenado a viver como um morador de rua e depois, XL-38 foi lançado ao espaço.

Só o futuro diria se aquela foi uma sábia decisão.

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