A esperança na sombra da morte. (Em Andamento)
Alenz07
Usuários Acompanhando
Tipo: Romance ou Novela
Postado: 19/04/16 18:51
Editado: 18/09/20 14:10
Qtd. de Capítulos: 41
Cap. Postado: 14/09/20 11:48
Avaliação: 9.41
Tempo de Leitura: 4min a 6min
Apreciadores: 0
Comentários: 0
Total de Visualizações: 5
Usuários que Visualizaram: 1
Palavras: 799
[Texto Divulgado] "Vai e vem pelo tempo II " Pelo tempo ele viaja em todas as dores refazendo uma análise
Não recomendado para menores de dezoito anos
A esperança na sombra da morte.
Capítulo 36 Segredo necromante.

Alex e Benjamin estavam de frente para o bruxo, que destruiu a família Howard.

— É claro que lembro! — Benjamin gritou iniciando uma corrida, com a barra de ferro nas mãos, dessa vez o policial não conseguiu segurá-lo.

Dois zumbis saíram do chão e tentaram agarrar o garoto, mas ele se desvencilhou saltando e chutando em direções opostas.

— Eu quase me esqueci dessa habilidade irritante.

Augustos praguejava ao ver Benjamin usar a barra de ferro para criar um ponto de equilíbrio e os seus mortos, caírem para lados opostos.

— Alex! — Benjamin chamava. — Eu já conheço os truques desse cara!

O policial via Benjamin usar a barra de ferro como extensão de seu corpo, para escapar de vários zumbis, enquanto contra-atacava.

— Nove, ele luta contra nove dessas coisas? — Alex perguntava-se ao ver a batalha.

— Conhece os meus truques, por acaso está zombando de mim?!

Augustos gritava perguntando, vendo Benjamin saltar e arremessar a barra de ferro em sua direção, o bruxo só conseguiu atirar-se ao chão.

Enquanto Benjamin caia de joelhos, sobre a proa de um barco, os zumbis iam ao chão e gritos de dor ecoavam sobre o balcão.

A parte direita do rosto de Augustos estava suja de terra, porém sua orelha esquerda tocava o chão, por ter sido arrancada pela grossa barra de ferro.

— Maldição, maldição. Maldito sejam os Howard! — os gritos de praguejo de Augustos misturavam-se com os de dor.

— É agora ou nunca Alex, vamos salvar os outros! A dor não vai deixar ele controlar os mortos como quer!

Ao ver os zumbis inertes, Benjamin parece ter se animado, mas quando foi saltar da proa do barco foi atingido por um violento soco.

Benjamin bateu com as costas em outro barco e terminou com a cara no chão, diante dele estava um zumbi tão grande quanto Dante.

— Vocês vão conhecer o verdadeiro inferno!

Augustos gritou erguendo-se, com a mão na ferida e sua cabeleira ruiva, desarrumada.

— Essa não! — Alex gritou fazendo uso de sua pistola. Mais de trinta mortos, alguns grandes como os do metrô, erguiam-se do chão.

— Dessa vez, não haverá salvação!

As ameaças de Augustos, eram dadas em meio a tiros e Benjamin por sua vez, saltava para escapar da morte.

— Eles são muitos! — Benjamin gritou evitando uma cotovelada, por muito pouco. Tanto ele, como Alex estavam arfantes diante da situação.

Um facão passou raspando o rosto de Augustos, até que finalmente cravou-se no chão.

— Errei? — alguém perguntou. Quando todos olharam e viram Ryan Fergunson em cima de um barco, suspenso por correntes.

— Acertou. — Augustos disse, sentindo um filete de sangue escorrer pela grossa barba.

— Soldado Grippe. — O chefe de polícia pulou para o chão. — Sua missão não era dar segurança ao senhor Howard?

A pergunta teve hesitação, ao invés de resposta, mas a verdade era que o trio estava cercado.

— Acho que podemos dar conta, até os reforços...

— Soldado Grippe. Era uma armadilha, Kent Paul tinha infiltrados, eu fui o único que restou.

Ryan interrompia Alex, para contar o que havia acontecido.

— Podia ser pior? — Benjamin perguntava-se tomando posição de luta.

— Você é o não bruxo que chamam de herói? Kent me disse que está um passo na frente de seus inimigos, nós planejamos tanto para te matar!

O som de um poderoso motor ficava cada vez mais agudo, uma Ferrari adentrou o portão e jogou dois zumbis para o alto ao fazer uma manobra evasiva.

— Dante! — Benjamin berrou, ao ver o amigo, no volante.

— Continuam aparecendo como ratos! — Augustos praguejou juntando as mãos.

Bebês mortos saltaram da terra e imobilizaram Benjamin e os outros, com mordidas ferozes.

— Basta um estalar de dedos, para que eles acabem com vocês. — Augustos começou a gargalhar, diante de seus inimigos, que caiam de joelhos.

— Essas coisas, são como cachorros! — Dante comparava, sem conseguir se mexer.

— Terão um vislumbre, da minha obra prima!

Augustos gritou, fazendo um movimento de mãos, até que mais um zumbi começou a sair da terra.

— Esse aí parece que está vivo! — Alex exclamou, vendo o loiro ficar de pé.

O novo zumbi de Augustos estava nu e sem nenhum grande ferimento, ou parte do corpo em decomposição.

— Tio Peter?! — Benjamin, reconhecia o seu pai de criação.

— Tio? — Ryan perguntou. — Essa coisa, está viva?

— Ainda não, mas daqui a pouco, vai. — Augustos respondeu.

— Não cai nessa Benjamin, esse cara não é o seu ti...

Os zumbis que mordiam Dante fizeram mais força na mordida, e ocasionaram tanta dor que o grandalhão gruiu. Ele teve de se interromper, para gritar.

— É claro que é ele. Está vendo Howard? A extensão dos meus poderes? — Augustos perguntou, enquanto cruzava os braços.

— O Dante está certo, isso só pode ser um truque! — Benjamin ainda retrucava.

— Já disse que não, demorei mais de trezentos anos, mas descobri o segredo de trazer os mortos de volta, para a vida.

❖❖❖
Apreciadores (0) Nenhum usuário apreciou este texto ainda.
Comentários (0) Ninguém comentou este texto ainda. Seja o primeiro a deixar um comentário!

Outras obras de Alenz07

Outras obras do gênero Ação

Outras obras do gênero Aventura

Outras obras do gênero Drama

Outras obras do gênero Romântico