A esperança na sombra da morte. (Em Andamento)
Alenz07
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Tipo: Romance ou Novela
Postado: 19/04/16 18:51
Editado: 18/09/20 14:10
Qtd. de Capítulos: 41
Cap. Postado: 14/09/20 11:48
Avaliação: 9.41
Tempo de Leitura: 6min a 8min
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Palavras: 971
[Texto Divulgado] "De Flor a dor, enfim a liberdade!" Romance erótico em 12 capítulos, contextualizado entre 1578 a 1583 aproximadamente. Período este das turbulências na luta pela sucessão real de Portugal, cujo rei morrera sem deixar herdeiros ao trono. Numa investida do duque de Alba em formar uma aliança com a Alemanha através do casamento de seu primogênito com a filha do duque de Baviera, Katrina descobre o amor e todo fogo da paixão.
Não recomendado para menores de dezoito anos
A esperança na sombra da morte.
Capítulo 37 Os pecados de Augustos.

— Tio, pode me ouvir?! — Benjamin chamava. — Fala comigo!

— Ele ainda está sem alma. — Augustos contava, mostrando um sorriso.

— Isso quer dizer que ele, não está vivo?

Ryan perguntava sem conseguir se mexer. Nenhum deles poderia, já que os bebês zumbis mordiam fortemente.

— De fato. Só que eu vou fazê-lo arrancar o demônio que está preso no Howard!

Ao ouvir o grito, Benjamin arregalou os olhos em ordem unida, com Alex, Dante e Ryan.

— Vamos Peterson, pegue o Tenebris, agora!

A ordem soou como música, para o novo zumbi. Peter agarrou Benjamin pelo rosto e mostrando uma força fora do comum, o ergueu com uma única mão.

— Tio, não faz... — Benjamin sequer conseguia falar por ter a boca apertada tão fortemente, que suas bochechas começaram a sangrar.

O olho direito de Peterson, começou a ficar rubro negro, assim como o esquerdo de Benjamin.

— Só mais um pouco e eu terei o zumbi mais forte de todos.

Augustos balbuciava enquanto começava a sentir uma gigantesca energia, até mesmo os não bruxos sentiam algo que emanava de Benjamin.

— Está tentando me libertar, Olsen? — uma voz capaz de levar horror ao coração mais gélido, saia da boca de Benjamin.

— Que voz é essa, Benjamin?! — Alex perguntou tentando um diálogo.

— Seu querido Benjamin, no momento, está preso dentro da sua própria alma.

De fato, depois de ouvir a resposta, Alex percebeu que aquele não era o seu amigo.

— Demônio, você deve estar achando que vai poder escapar, mas só vai mudar de dono e me obedecer como um cachorrinho.

Augustos contava, juntando as palmas das mãos.

— Veremos. Juro que vou arrancar muito mais do que uma orelha. — Tenebris ameaçava, tentando desenhar um sorriso, no rosto de Benjamin.

Eu não consigo nem falar, esse é o monstro que me falaram? — Benjamin pensava. Ele estava ciente de tudo, mas o que sentia era uma dormência, por todo o corpo.

Não desista! — uma voz chamou. — Estamos tentando pedir a sua ajuda!

O que, quem está aí? Não vejo nada! — Benjamin pensava, mas ninguém mais apareceu.

Somos as almas dos zumbis do Augustos, não queremos te fazer mal. Você é o único bruxo que pode nos ajudar.

Senhor, eu não tenho poderes e no momento, nem corpo. — Benjamin explicava. — Me perdoe, mas estou na mesma situação.

Estamos implorando, vamos ajudar a domar o Tenebris, mas você vai precisar nos guiar ou o seu mundo vai acabar.

Os fantasmas aos poucos, articulavam um plano.

— Agora Peter. — Augustos ordenava. — Mate o Howard e pegue...

— Nem um bruxo, muito menos um demônio, vão me domar!

Por um instante a voz de Benjamin voltava ao seu corpo, interrompia a ordem de Augustos e fazia Peter parar.

— Isso é uma brincadeira? — Augustos perguntava-se ao ver o olho direito de Benjamin se tornar castanho ouro.

Ventos fortíssimos começaram a emanar dentro daquele balcão. Chacoalhando barcos e arremessando vários e vários zumbis para longe.

— Um bruxo com um poder desses, deve se curvar a mim!

Augustos berrou aumentando sua aura também. Era como um cabo de guerra triplo, o campeão levaria como prêmio, o corpo de Benjamin.

— Parem de tentar me controlar! — Benjamin gritou erguendo a cabeça para o alto.

Augustos, Alex, Ryan e todos os outros mortos foram jogados violentamente, para longe de Benjamin.

— O que Foi isso? — Alex perguntava-se. — O meu corpo, ficou dormente.

— Howard maldito! — Augustos praguejava erguendo-se.

Aos poucos os mortos, também levantavam. Ryan, Alex e Dante haviam sido soltos, porém viam os bebês mexerem-se.

— Todos vocês, peguem o Howard. — Augustos ordenou, mas nenhum dos seus escravos obedeceu.

— Augustos! — os mortos falavam em ordem unida, junto de Benjamin. — Não pode ver as pessoas que amaldiçoou?

— Esse garoto os controla, agora? — Ryan perguntou, vendo alguns zumbis cercarem o bruxo. Todos eles tinham o mesmo olhar dourado de seu novo mestre.

— Isso é mentira. Eu estudei essa magia durante quatro eras, como você me venceu?

— Não fui só eu. — Benjamin contava. — As almas dos corpos que você profanou, me ajudaram!

Augustos foi atacado, sem misericórdia alguma, aos poucos era dilacerado vivo. Tudo que lhe restava era gritar de agonia.

— Parem! Agora! Eu disse parem! — os escravos do bruxo, claramente não obedeciam mais.

— Que coisa horrorosa.

Dante curvou a cabeça sobre o volante, para não ver o homem ser devorado ainda com vida.

— Não adianta desviar o olhar. — Ryan balbuciou, com os olhos cravados em Benjamin.

— Eu nunca pensei em ver algo assim. — Alex admitia, com tom de choro.

— Tanto faz se for bruxo ou terrorista, na verdade eu acho Kent ainda mais perigoso do que esse cara. — o velho chefe de policia contava.

— Me...

Alguma coisa foi proferida, entre os gemidos de dor.

— Me... ajude. — todos se voltaram, para o moribundo Augustos. —Por favor, me ajude.

Ainda está consciente. Esse cara é um monstro. — Ryan pensava, apertando seu facão.

— Eu suplico, me ajude. Benja... min. — o Olsen erguia o que restava de sua mão, antes de ser puxada por outro cadáver.

Benjamin o olhava, forçando suas sobrancelhas, contra os seus brilhantes olhos.

— Como ousa me pedir isso? — ele perguntou, balbuciando.

Augustos era mutilado, pelas mãos de um zumbi. Ele teve o tronco aberto e começou a espumar pela boca.

— Não busco por vingança. — Benjamin concluiu, dando uma arfada e relaxando os ombros. Os mortos pararam imediatamente, de devorar Augustos.

— Eu os liberto de sua prisão. — Benjamin balbuciou, no instante que o dourado de seus olhos, sumiu.

— O que? — Alex, via centenas de esferas de luzes brancas, flutuando a meia altura.

— Não se preocupe. — Benjamin aliviava os outros, pondo a mão dentro de uma esfera.

— São as almas das pessoas que Augustos escravizou, depois de mortas. — ele contava.

Sem saber Benjamin, era observado atentamente, por Ryan.

Bruxos? Acho que bebeu demais! — o policial recordava-se. — Se os Howard forem uma família de bruxos...

Os olhos do chefe de Alex encheram-se de lágrimas. — Serei padrinho, do seu filho.

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