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Lírico
Postado 17/04/26 20:16 Atualizado 17/04/26 20:37 Não comentado! :c Colcha de remendos Por Webster Freires
Tags:
Poesia
remendo
reflexivo
observação
chuva
cotidiano
Gêneros:
Cotidiano
Poema
Reflexivo
Tecida com cacos de sentimentos e fios de vento, ela habita o avesso do tempo — entre a curva do destino e o brilho de um segredo.
É uma alma descalça que coleciona sóis, interroga a Lua e prefere a inundação da vida ao abrigo do lamento. Seria ela uma lembrança que insiste em morar na rua de trás ou a liberdade que você ainda não teve coragem de vestir?
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Lírico
Postado 17/04/26 19:57 Atualizado 17/04/26 20:04 Não comentado! :c Quando as folhas caem Por Webster Freires
Tags:
Reflexivo
poesia
cotidiano
natureza
outono
Gêneros:
Cotidiano
Poema
Reflexivo
Uma meditação sobre a leveza e o abandono. Entre o conforto do colo e o abismo do improvável, este poema explora a estranha fronteira onde o ato de cair torna-se, subitamente, a única forma de se erguer.
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Roteiro (Cena)
Postado 13/04/26 18:28 Atualizado 15/04/26 19:06 Não comentado! :c Quando caminhos se cruzam Por Webster Freires
Tags:
Cotidiano
roteiro
diálogo
encontros
livros
praia
ônibus
conquista
romance
sorriso
Gêneros:
Cotidiano
Crônica
Reflexivo
Romântico
Esse trecho de "Quando caminhos se cruzam..." é uma cena clássica de "encontro fortuito", onde a poesia não está nas rimas, mas no subtexto e no jogo de sedução intelectual entre dois desconhecidos. Em resumo: é um texto sobre a coragem de ser estranho. Dois estranhos que decidem, por alguns minutos, abandonar as formalidades para falar sobre o mar, sobre livros e sobre a beleza um do outro.
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Conto ou Crônica
Postado 13/04/26 17:43 Atualizado 15/04/26 18:45 Não comentado! :c Tempo-amar (A poesia que habita o caos) Por Webster Freires
Tags:
Crônica
reflexivo
cotidiano
inverno
chuva
olhos castanhos
existencialismo
Gêneros:
Cotidiano
Crônica
Reflexivo
Romântico
Este texto é uma reflexão nostálgica sobre um amor intensamente ligado à melancolia e à natureza. Em resumo, é um texto sobre amar o caos de alguém e deixar-se molhar em sua chuva.
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Lírico
Postado 12/04/26 21:49 Atualizado 13/04/26 21:05 Não comentado! :c Teu olhar mais triste Por Webster Freires
Tags:
Poesia
tristeza
saudade
amor
confissão
Gêneros:
Poema
Reflexivo
O poema "Teu olhar mais triste" é um mergulho profundo na entrega emocional absoluta, ele expressa o desejo de ser afetado pelo outro de forma visceral, onde até a dor é uma prova de que a conexão é real.
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Lírico
Postado 12/04/26 21:34 Atualizado 13/04/26 21:21 Não comentado! :c Enfim, sós... Por Webster Freires
Tags:
Poema
amor
romantismo
reflexivo
completude
Gêneros:
Poema
Reflexivo
Romântico
Esse poema é uma reflexão sensível sobre a dualidade entre a individualidade e a conexão a dois. Estar "em mim, metades inteiras" significa estar completo sozinho, mas disposto a se dividir ou se compartilhar com o outro.
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Conto ou Crônica
Postado 12/04/26 21:12 Atualizado 15/04/26 18:48 Não comentado! :c Dores e sabores Por Webster Freires
Tags:
Crônica
reflexivo
cotidiano
crítica
existencialismo
Gêneros:
Cotidiano
Crítica
Crônica
Poema
Reflexivo
"O futuro é um sepulcro que a todos enterra, cala e esvazia todo seio, mas não o temo..."
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Conto ou Crônica
Postado 29/03/26 16:50 Atualizado 29/03/26 16:52 Não comentado! :c A manhã depois Por Holzwarth
Tags:
Fantasia
Sonho
Lá vem ele de novo com isso
sem beta nós morremos como xinzhao
burro
menino-burro
menino burro
virando um burro
Gêneros:
Fantasia
“Nós não fazemos as mudanças, as mudanças nos fazem.”
Em conversas escritas e faladas com seu melhor amigo, Alef enxerga o mundo mudar enquanto ele próprio não percebe que está se transformando num burro.
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Conto ou Crônica
Postado 19/02/26 13:12 Atualizado 19/02/26 13:27 Não comentado! :c O Milharal Por Robson Pinheiro Cruz
Tags:
#Terror ou horror #espantalho#folclore #fantasia #terror #Kanima #sobrenatural#mistério #bruxas #drama #horror
Gêneros:
Sobrenatural
Suspense
Terror ou Horror
Na escuridão sufocante de uma noite que não descia, mas se acumulava como fungo entre os talos, um espantalho esquecido desperta. Não é mais guardião de milharais, mas uma mortalha de ódio e estopa, arrastando consigo o cheiro de enxofre e pássaros mortos. Entre a neblina e os faróis que nunca o veem, ele espera na curva da estrada, onde o asfalto se rende à terra. A morte, ali, não traz foice, veste chapéu de palha quebrado e olhos de botão cheios demais. O que se move entre os talos não é vento, mas o retorno de algo que nunca deveria ter aprendido a odiar.
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Conto ou Crônica
Postado 02/02/26 17:12 Não comentado! :c Peso frio Por Cria de Minerva
Tags:
Dor
afogamento
sofrimento
Gêneros:
Drama
Reflexivo
Quando é que a gente se perde? Quando é que a gente recomeça? Vale a pena encarar a imensidão do abismo?
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