Você estava tão gostoso daquele jeito... Sua pele branquinha, toda exposta; cada detalhe do teu corpo, cada parte apertável, tudo estava ali, na minha frente.
Tão vulnerável, com aquelas algemas nos braços... Aquele olhar tão intenso me deixava completamente diferente. Eu via ele me seguir com os olhos. Eu estava do jeito que ele gostava: short de algodão curtinho, uma blusinha que deixava a forma dos meus seios à mostra.
E ele, apenas de cueca — por enquanto.
Me encaminho até ele, beijo sua boca de forma lenta e me sento no seu colo. Ouço aquele suspiro longo, delicioso de se ouvir, e começo a me mover sobre ele, bem devagarinho. Eu mesma estava querendo gemer; ele era tão... gostoso, que me deixava excitada facinho.
Ele começava a suspirar repetidas vezes, o ar quente batendo pertinho do meu rosto, e eu continuava naquele ritmo torturante, bem lento. A boca dele, entreaberta, suspirando e gemendo baixo — ou pelo menos tentando.
Decido ser boazinha, pelo menos naquele momento. Tiro meu short, fazendo com que o contato fosse um pouquinho maior, e continuo...
Naquela altura, eu também estava suspirando, já estava úmida. Mas queria manter aquele ritmo até sentir ele perder a razão.
Não demorou muito para meu nome sair dos seus lábios, de maneira sussurrada, meio ofegante. Sentia seus pulsos tentando se libertar das algemas. Decido então tirar a única peça de roupa que ainda nos separava, impedindo o contato direto, pele com pele.
Ele estava tão quente...
Agora, não queria mais torturá-lo; queria meu próprio prazer. Ele era meu — meu brinquedo e meu homem. Não aguentei a tentação, e ele estava tão entregue que senti que merecia.
Coloquei ele lá dentro e comecei a cavalgar. Senti que ele poderia arrebentar aquelas algemas e voar em mim, e admito que queria que isso acontecesse.
O arranhei, beijei, mordi... Gemi feito uma puta. Eu era a puta dele.
Não demorou para chegarmos ao nosso limite juntos...
Quando o vi suado, os olhos quase fechados, a boca seca e entreaberta, respirando de forma irregular, eu sorri. Era bom ver aquela cena.
Era bom ver o quanto ele me pertencia.