Quatro da manhã, o príncipe e o professor de pé bem na entrada do jardim.
O professor diz ao aluno para nomear corpos celestes, constelações e sentados no banco do jardim, conversam em inglês sobre o nascer de um novo dia trazendo uma infinidade de possibilidades...
Breve pausa e o professor convida:
_Vamos ao templo, é importante que você saiba discorrer sobre aspectos de sua religião e crenças...
_Por essa eu não esperava...
_Criar conexões majestade! No fundo todo ser humano independente da religião que professa, sabe que há algo além, superior a nós... Pode criar um bom ponto de apoio numa hora de tensão nas relações diplomáticas...
_Você é extraordinário, professor! Está iluminando meu entendimento sobre o mundo...
_É mal do nome...
_Como?
_Meu primeiro nome, Lucce, do latim, aquele que trás luz ou tem a luz dentro de si.
_Seu povo também dá nomes com esperança e significado?
_Alguns pais sim.
_Algo que não imaginava que nós e os europeus pudéssemos ter em comum...
_O mundo é surpreendente, meu jovem príncipe! Maiores são as coisas que nos unem do que as que nos separam...
Mas vamos, não quero incomodar as orações da princesa, me disseram que ela vem ao templo por volta das 7 horas da manhã... Teremos pouco mais de uma hora para estudar sem a atrapalhar...
E seguiram para o templo, o príncipe falou muito bem da irmã futura sacerdotisa, de seu compromisso, de sua bondade e de sua pureza.
Mostrou ao professor o local onde ela se sentava todas as manhãs e meditava antes das orações.
_Muito bem, príncipe! Lá da frente, fale sobre os objetos que aqui vemos.
Feito isto, continuaram...
_Agora vire para o altar e fale uma pequena prece de gratidão em inglês. As pessoas vão amar aprender uma prece típica do seu povo, creia-me!
Terminaram e saíram no mesmo ritmo ameno com que começaram.
Meia hora depois a princesa se senta para sua meditação, mas quê curioso, como aquele grampo tinha ido parar ali?
E que símbolos amarelos eram aqueles pintados na madrepérola?
Olhou com atenção e compreendeu...

