Ao findar o beijo, Lucce segura o rosto de Flor de Lótus com as duas mãos olhando ardentemente em seus olhos.
_Entendes que eu te amo?
Com um sorriso encantador, ela pega o rosto dele, beija-lhe a testa, roça os narizes.
_Sim e eu também te amo!
Se beijam novamente, mas são interrompidos pela algazarra da chegada dos príncipes nos portões do Palácio.
Se separam assustados, se recompõem rapidamente. Ele corre para a porta e a abre.
No último olhar a pergunta:
"O que faremos?"
Ele sai cautelosamente. Ninguém a vista, tem pouquíssimos minutos...
Entra na biblioteca, espalha cinco livros sobre a mesa. Pega papéis, anota rapidamente em algumas folhas algo relativo ao assunto daqueles livros.
Se senta á mesa, boceja muitas, muitas vezes, forçando o corpo a desacelerar. Em seguida se põe realmente a ler tranquilamente um dos livros, fazendo anotações de verdade agora.
Enquanto isso Flor de Lótus se ajeita, sumindo com todos os sinais do ocorrido.
Recolhe os pergaminhos, os organiza e recomeça a leitura, fazendo de tudo para acalmar a mente e o coração.
Percebe que somente a meditação acalmaria seu espírito...
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Os príncipes entram animados sem nem suspeitar que haviam sido usados...
O jovem príncipe vai á biblioteca e fica admirado ao ver o empenho do professor.
O rapaz o cumprimenta e pede para ver o livro.
O professor o passa às suas mãos e inicia-se uma conversa sobre aquela leitura.
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A imperatriz e a princesa entram de braços dados. Ambas são só sorrisos. Plano executado com perfeição!
A imperatriz ordena que se prepare um lanche para ela e a filha no aposentos privados.
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O imperador recebe alguns dos príncipes que lhe relatam sobre a experiência e a alegria do povo com as dádivas recebidas.
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Flor de Lótus retoma a calma, senta-se à mesa e abre um novo pergaminho. Ao ler, um choque:
"Filha...
"Nunca, jamais, conte a ninguém um segredo sobre você que bote tudo a perder..."
"Se sentir desconforto com algo ocorrido, se julgar que isso lhe trará algum prejuízo, nunca, jamais o revele".

