Sem destino
Meiling Yukari
Tipo: Lírico
Postado: 22/07/16 15:55
Editado: 27/08/17 15:42
Avaliação: Não avaliado
Tempo de Leitura: 28seg a 38seg
Apreciadores: 5
Comentários: 2
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Palavras: 77
[Texto Divulgado] "O olhar de Jurema" Jurema, uma brasileira comum, tem seu dia a dia e sua reflexão sobre sua vida narrada neste conto, que visa mostrar uma breve descrição do brasileiro em geral.
Livre para todos os públicos
Notas de Cabeçalho

Um singelo poema...

Espero que gostem!

Capítulo Único Sem destino

Uma pequena e solitária alma

Vaga sozinha, carregada pelo vento

Seu sangue e sua carne já não existem

Mas tristes e melancólicas lágrimas

Caem uma a uma

Resplandecentes no puro e belo azul do céu sem nuvens

O esplendor dos raios solares

Atravessa com força descomunal

O fino e delicado caminho percorrido pelo espírito

Jogando-o no tempo

Tempo de iniquidade

Que o desvia completamente de seu destino

Tão aguardado destino

Para se perder no infinito

Solitário eternamente

❖❖❖
Notas de Rodapé

Muito obrigada por ler! *-*

Apreciadores (5)
Comentários (2)
Comentário Favorito
Postado 22/07/16 21:16

Satan... Isso tudo soou tão cálido e triste... Até um tanto perturbador ao meu olhar sempre demente, mesmo com uma narrativa tão suave e descrições tão bonitas. É como se a beleza dos versos disfarça-se o horror do evento...

Fiquei a imaginar aqueles trocinhos brancos que uma flor que desconheço o nome solta e o vento carrega pelos ares... Sobe, vai em zigue-zague, rodopia como algo louco rumo ao firmamento... E então a mesma brisa que a ascendia logo a arremete rumo ao esgoto.

E sim, imaginei tal alma tendo o Céu negado e sendo lançada ao Inferno... Todavia, não o costumeiro recinto cristão cheio de fogo e milhões de almas gritando e chorando. Tão somente um Nada eterno, infinito e solitário... Vazio absoluto.

Deleitou-me a leitura, como de praxe quando a fonte da obra chama-se Meiling... Bravíssimo!

Atenciosamente

Um ser que vaga sozinho desde o ventre ainda em "vida" neste Inferno (e o fará no próximo), Diablair.

Postado 23/07/16 15:09

''É como se a beleza dos versos disfarça-se o horror do evento...''

Ah querido Diablair, como sempre descrevendo com perfeição o âmago de minha escrita...

Belíssima comparação com os (imagino eu chamar Dente de Leão) trocinhos brancos <3

Uma criatura que sente-se extremamente grata, por tudo!

Meiling!

Postado 24/07/16 11:24

Calma que agora eu fiquei sem saber o que dizer...

Sabe, eu não imaginei um Dente de Leão, mas acho que imaginei algo próximo disso. Meu pensamento está mais para um pontinho brilhante, algo mais parecido com um vagalume. É, acho que deve ser isso!

"Para se perder no infinito

Solitário eternamente"

Você não faz nem ideia do quanto eu amei esse final! Sério, ficou muito perfeito.

Postado 24/07/16 14:35

A senhorita deixou-me extremamente feliz com seu comentário!

Você e o Diab tem uma imaginação incrível... e agora em minha imaginação, eu visualizo belos Dentinhos de Leão bioluminescentes *-*

Nesse final foi tão dificil de encontrar a palavra certa. No rascunho estava ''para se perder no tempo'' , mas tava muuuuito repetitivo essa palavra. Daí eu pensei ''para se perder no sempiterno infinito'', mas achei meio exagerado... por fim ficou do jeito que está agora! Fico muito feliz que você tenha gostado tanto assim!

Um abraço, de uma senhorita que sente-se infinitamente grata!

Meiling!

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