O Filho Daquele Homem
True Diablair
Tipo: Conto ou Crônica
Postado: 15/12/21 22:15
Avaliação: 10
Tempo de Leitura: 12min a 17min
Apreciadores: 6
Comentários: 4
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Palavras: 2055
Este texto foi escrito para o concurso "Terror Natalino" Neste Natal, o Papai Noel sumiu e o Jack é o menor dos problemas. Ver mais sobre o concurso!
Não recomendado para menores de dezoito anos

Esta obra participou do Evento Academia de Ouro 2021, ganhando na categoria Terror or Horror.
Para saber mais sobre o Evento e os ganhadores, acesse o tópico de Resultados.

Notas de Cabeçalho

ATENÇÃO: HISTÓRIA CONTENDO VIOLÊNCIA EXPLÍCITA E ABORDAGEM SINGULAR DE CERTOS ASPECTOS/PERSONAGENS DA MITOLOGIA CRISTÃ. LEIA POR SUA PRÓPRIA CONTA E RISCO.

A despeito de tudo... Eis me aqui.

Humildemente dedico esta obra ao meu mais que estimado Mestre/Irmão (o usuário Calígula), um dos poucos que estiveram e ainda estão comigo desde o início deste inferno chamado 2021.

Também peço perdão às juradas: ambas mereciam/merecem muito, muito mais de mim...

Capítulo Único O Filho Daquele Homem

A rapidez com que a mente agora perturbada do investigador Saulo trabalhava contrastava com o relativo cuidado de sua busca no interior aquela casa medonha no subúrbio de Mauá: estava convencido de que o Satanista do Horóscopo tinha feito dali o seu esconderijo. Conforme caminhava o mais rapida e prudentemente possível com sua arma em punho, lembrava com horror dos corpos mortos e mutilados que começaram a ser encontrados na região paulistana no início da penúltima semana de Dezembro, a começar pelo de uma jovem prostituta do signo de Áries chamada Madeleine, que teve a cabeça, os braços e as pernas deixados dentro de uma igreja de modo a formar um crucifixo invertido perante o altar.

Dali em diante, de uma forma que desafiava a compreensão tanto da Polícia quanto a da própria popolução em geral e deixava toda a Imprensa brasileira em polvorosa, nos dias seguintes mais corpos foram surgindo nos locais mais inusitados possíveis daquela cidade de nome peculiar, cada um com algum membro faltando e nunca sendo o mesmo entre os cadáveres. Como cada um deles era de um signo diferente e diretamente sequencial ao da pessoa morta anteriormente, logo fizeram disso a única conexão entre as vítimas, que com exceção da primeira, eram todos homens com características distintas entre si. Todas elas havia sido dadas como desaparecidas há cerca de alguns meses, com intervalos irregulares entre um sumiço e outro.

As autoridades estavam sem pistas, incluindo Saulo, que naquela noite estava à paisana e recebeu uma denúncia de alguns moradores do bairro acerca daquele local e seu estranho habitante, mas se viu obrigado a entrar em ação quando tanto ele quanto boa parte da vizinhança escutaram urros infantis lancinantes vindos de dentro da casa, o que fez com que ele pedisse reforço policial antes de invadir o recinto. E foi naquela véspera de Natal, ao adentrar naquele insidioso local, que o robusto homem da lei teve a mais absoluta certeza de que havia encontrado o esconderijo do criminoso brasileiro mais nótorio do momento.

A habitação parecia ser bem maior por dentro do que por fora e já na entrada deparou-se com uma cozinha cuja pia exibia resquícios de sangue em boa parte de sua superfície, incluindo marcas escarlates em forma de mãos nos puxadores do armário. Na mesa forrada com uma mortalha cor de ébano havia uma espécie de ceia com pratos feitos a base de aranhas, escorpiões e serpentes, bem como algumas frutas venenosas dispostas de modo a enfeitar o nefasto banquete. As velas pretas e vermelhas davam o sinistro toque final àquela dantesca montagem que arrepiou o investigador por inteiro, juntamente con o odor nauseabundo que literalmente violentou suas narinas e não mais as abandonou a partir dali.

Ao percorrer seu trajeto em busca da localização dos prantos alucinados que ouvira à pouco, Saulo passou pela sala, onde com horror e asco vislumbrou uma pequena árvore de Natal confeccionada a partir de uma ossada humana remontada de modo a formar a grotesca decoração, com os ossos das costelas fazendo as vezes dos galhos, as hastes ósseas das pernas formando o tronco juntamente com os ossos dos braços e tendo como funesta estrela o crânio parcialmente fraturado na testa. No lugar do tradicional pisca-pisca, um insólito cordão feito com intestinos contendo globos oculares cuidadosamente acoplados no extenso orgão recobrindo aquele escárnio de árvore natalina. E, como se tudo isso não fosse o bastante, ao invés de bolinhas coloridas, havia sacos escrotais dependurados em cada ponta dela. Coroando a inacreditável depravação, no lugar dos tradicionais presentes em torno dela, havia frascos transparentes cheios de formol com fetos abortados flutuando levemente no líquido claro em seu interior.

Saulo já estava suando frio e com a boca seca, pois jamais em toda a sua vida havia se deparado pessoalmente com uma inumanidade de tais proporções. Todavia, engoliu o choque inerente à situação e, ignorando totalmente o banheiro próximo dali, seguiu pelas escadas cujo corrimão se encontrava igualmente decorado com aquela paródia doentia de pisca-pisca, subindo até o piso superior do local sempre com a arma em punho. Foi então que ouviu uma voz de timbre rouco e maligno lhe dizendo do quarto no fim do corredor "Saulo, Saulo, por que me persegues?"*, seguida de uma breve e demente gargalhada que lhe gelou a alma. O valente investigador de imediato presumiu que o assassino tinha algum sistema de monitoramento na casa, mas como diabos ele sabia seu nome?

- Você não tem para onde fugir! Saia daí devagar com as mãos para cima! - bradou o policial, firmando o aperto de sua mão na empunhadura da pistola cromada ao avançar alguns passos rumo ao cômodo de onde viera a voz.

A porta dupla do enorme quarto foi se abrindo vagarosamente, fazendo um rangido que mais parecia o lamento de alguma alma condenada ao Inferno e, mesmo à distância, Saulo pôde visualizar com terrível perfeição o cenário mais horripilante de toda a sua existência: no lado esquerdo do local (que aparentemente consistia em uma área ampla sem mobílias nem janelas), existia uma manjedoura revestida de pele humana e cheia de dedos no lugar de palha, rodeada por algumas cabeças de bois, bodes e galos. Por cima do amontoado de falanges decepadas era possível ver o corpo inerte de um bebê com um diminuto punhal fincado em cada uma de suas cavidades orbitais, bem como um maior transpassando seu peito. Um par de lágrimas instantaneamente se formou nos olhos de Saulo, pois era nítido pelos brados anteriores do infante que sua morte não foi imediata e só Deus sabia o que aquele psicopata poderia ter feito antes de finalizar tão monstruoso ato.

Na parede mais ao fundo, pregado em uma cruz metálica invertida existente nela, se encontrava um corpo construído com as partes faltantes das pessoas encontradas mortas durante toda a semana, recriando uma versão Frankstein e andrógena de Jesus Cristo devido aos seios e vagina do torso utilizado pelo maníaco na construção do cadáver, que ainda sangrava tanto pelas costuras grosseiras quanto pelas perfurações oriundas de sua coroa de espinhos e apodrecia de olhos fechados perante seu "criador". Mesmo lutando contra a náusea física, mental e espiritual que toda aquela situação lhe imputava de modo esmagador, Saulo mantinha sua arma apontada para a abominável figura de manto negro ajoelhada entre ele e o defunto crucificado logo atrás e acima dele.

Um misto heterogêneo de sentimentos se apossara do homem da lei enquanto observava atônito todo aquele cenário que mais parecia fruto de um granfe delírio ou uma alucinação demoníaca. Ódio. Repulsa. Assombro. Medo...? Não, era mais do que isso: um pavor crescente ameaçava rasgar suas convicções em pedacinhos, pois era como se cada célula em seu corpo implorasse para que se evadisse daquele lugar o quanto antes. Embora a pessoa de manto e capuz estivesse desarmada e sob a mira de sua Glock, Saulo sentia em seu âmago como se fosse ele quem estivesse correndo um imenso risco de morte. Contudo, ver o pequenino coração esmagado do bebê diante daquele sujeito alto de tez escura e rosto completamente oculto pelo tecido lhe demoveu daquele estado emocional conflitante e o fez reagir de acordo com a potencial ameaça perante ele.

- Seu monstro filho da puta! O quê foi que você fez?! Que porra tudo isso, hein?! Começe a falar, seu arrombado! - vociferou o investigador, mais que desejoso em mandar aquela abominação para o Inferno descarregando toda a sua munição ao menor sinal de reação dele.

- Porque eu odiei tanto o mundo que dei o meu Filho Unigênito, para que todo o que dele duvidar não só pereça, mas sofra na pira eterna.** - respondeu o homem ajoelhado, exibindo as mãos encharcadas com o sangue fresco e infantil enquanto começava a se levantar lentamente.

- Não se mova, seu satanista desgraçado! Fica parado ou juro por Deus que meto uma bala em você para cada pessoa que você matou para fazer toda essa insanidade do caralho! - ameaçou Saulo, movendo o cão da arma em um estalo seco que pareceu ressoar no recinto.

Nos segundos seguintes em que o tempo parecia desacelerar e, em contrapartida, a pulsação cardíaca do policial mantinha-se em uma velocidade alarmante, a mente dele fervilhava com as informações antigas se misturando com as descobertas novas, pois agora tudo fazia sentido: a verdadeira conexão entre as vítimas eram seus nomes, que coincidiam com os nomes dos Apóstolos (excetuando Madeleine, que decerto estava substituindo Judas): de fato, foram doze mortes confirmadas até ali. E a julgar pela decomposição do corpo, fazia pelo menos três dias que aquela versão hedionda de Messias havia sido disposta no quarto. Estava mais do que claro que tudo fazia parte de algum particularmente elaborado e aberrante ritual satânico a ser realizado especificamente no Natal.

Subitamente a figura encapuzada ergueu os braços, segurou a própria cabeça dizendo em um tom de voz que mal beirava ao humano "a ti entrego os nossos espíritos"*** e, perante o olhar incrédulo do investigador, ela quebrou ruidosamente o pescoço com um movimento célere e rude, o baque seco do seu corpo caindo no chão meio que ecoando no quarto na medida em que Saulo inutilmente se movia em sua direção. Foi só então que, sem surpresa alguma, constatou que o cultista estava dentro de um pentagrama desenhado com sangue no piso, tendo uma vela preta fumegando em cada ponta. Ao longe, já ouvia as sirenes da Polícia se misturando às doze badaladas da meia-noite: era chegado o Natal.

Foi então que, ao levantar os olhos para mirar o cadáver crucificado de ponta-cabeça, um incrédulo Saulo viu que o morto despedaçado o encarava de volta com um sorriso de malevolência tal que o policial sentiu toda a sua coragem se esvair de seu corpo junto com o jato de urina que manchava suas calças. Enquanto recuava sem tirar os olhos daquela cena absolutamente irreal, os ouvidos do investigador foram assolados pelo choro estridente da criança apunhalada na manjedoura, podendo até mesmo discernir o som dos movimentos dela ao se espernear selvagemente ali dentro, enquanto as cabeças dos animais emitiam seus ruídos característicos de modo errático e ensandecido. Não suportando mais tal loucura, Saulo se virou para fugir mais rápido que pudesse, apenas para se deparar com o corpo do cultista totalmente em chamas. Enquanto o contornava desesperadamente rumo à porta, o policial ainda ouviu o corpo composto de pedaços lá atrás exclamando com uma voz que soava como se uma dúzia de pessoas falassem em uníssono "Está consumado!"**** conforme uma versão instrumental malignamente distorcida de Jingle Bell começou a tocar baixinho aparentemente em toda a casa.

Na medida em que Saulo corria, o fogo se alastrava em uma velocidade vertiginosa pelo imóvel, como se fosse algo vivo, infernal e faminto a devorar tudo em seu caminho. Com todo o horror do mundo, o investigador ainda viu os olhos que decoravam as vísceras no corrimão sangrarem e se moverem como se observassem aquela fuga alucinada antes das chamas fazerem com que elas explodissem, cada um deles emitindo um grito de morte diferente durante o destrutivo processo.

Na sala, a árvore de Natal se movia como se fosse autônoma, enquanto os fetos se agitavam e colidiam vigorosamente contra os vidros de seus receptáculos. Com a temperatura do ambiente anormalmente mais e mais elevada, o investigador passou em uma marcha desenfreada pela cozinha, onde literalmente teve de atravessar uma horda de animais peçonhentos e enlouquecidos que atacavam e devoravam uns aos outros e alguns até a si mesmos antes e durante o ardor das chamas sobre todos eles.

Saulo irrompeu pela porta da frente meros instantes antes das labaredas alaranjadas serem violentamente expelidas logo atrás dele pela saída, janelas e até mesmo por parte do telhado, como que dando as boas vindas às viaturas que cercavam o local. O investigador permaneceu caído no asfalto, sentido a consciência se desvanecendo em um ritmo tão acelerado quanto seus próprios batimentos cardíacos, sua visão ficando tão turva quanto sua alma na medida em que, antes de desmaiar, ainda pôde ouvir o Filho Daquele Homem dizendo em sua mente com sua inumana voz coletiva:

- E este evangelho do reino será pregado em todo o mundo, em testemunho a todas as nações, e então virá o fim.*****

E certamente depois daquele amaldiçoado Natal assim seria, em nome de outro Pai, de outro Filho e de um Espírito Profano...

Amém.

❖❖❖
Notas de Rodapé

* vide Atos 9:4

** vide João 3:16

*** vide Lucas 23:46

*** vide João 19:30

***** vide Mateus 24:14

Alguma informações relevantes (ou talvez não) acerca desta obra:

- Segundo o deus Google, o termo Filho do Homem era uma denominação utilizada por Jesus Cristo para expressar sua condição divina mesmo enquanto era também humano. O título da obra faz referência direta a esta vertente em específico de tal alcunha.

- a imagem que serve de capa para esta obra está invertida e se trata de uma manjedoura sob a sombra de uma cruz. É dito que Jesus Cristo ao nascer teve como berço uma estrutura destas, fato esse que originou a tradição cristã da montagem do presépio no Natal.

- Segundo alguns estudiosos, um dos discípulos de Jesus [não me recordo se foi Pedro ou Paulo (antes chamado de Saulo)] foi crucificado pelos perseguidores dos cristãos de cabeça para baixo a pedido do próprio condenado, pois segundo o mesmo, ele era indigno de perecer como o Messias.

E é isso.

Imensa gratidão pela leitura e por quaisquer feedbacks.

Apreciadores (6)
Comentários (4)
Comentário Favorito
Postado 06/01/22 00:20 Editado 06/01/22 00:22

Por mais que atualmente eu não seja uma pessoa muito religiosa, um dia já fui e acredito que, depois da Páscoa, o natal é uma das datas mais propícias a espiritualidades. Tendo isso em vista, é certo dizer que sua obra abraçou uma questão fundamental nos cenários natalinos tradicionais: a religião.

A narrativa da sua obra possui um tom gradual: começa friamente assustadora e termina em cinzas de um pavor que se queimou ao decorrer da leitura. O cenário construído (e aqui eu faço uma ressalva para o meu país Mauá sendo citado kkkkkk) é tão elaborado e estruturado, que o leitor sente os cheiros, visualiza os objetos descritos e consegue se inserir ao lado do protagonista. As palavras nos conectam ao ambiente, aos sentimentos e as referências utilizadas, portanto seria impossível ler uma obra dessa magnitude e não sentir o impacto dela nos ossos, nos pensamentos e na própria escrita, já que o seu talento aqui não apenas nos sobressaltou, mas também nos deleitou com intensidade e insanidade. A cada cena descrita, me peguei pensando "ok... não pode ficar pior do que isso", porém ficou infinitamente mais terrível e assustador. A cena do ritual é tão bem escrita que um arrepio percorreu o meu corpo durante a leitura e foi surreal, porque, de fato, eu senti medo da violência e do terror tão presentes nessas linhas.

Seu texto está bem escrito, porém houveram muitos desvios de ortografia. A criatividade foi tão imensa nessa obra que não consigo colocar em palavras o quanto fiquei impressionada. A compatibilidade com o tema é tão hedionda e abarca com tanta maestria o que eu e a Flávia pensamos quando elaboramos esse concurso, que seria impossível não colocá-la como a ganhadora do mesmo. Por fim, nem preciso dizer o quanto gostei, tendo em vista que essa leitura jamais sairá dos meus pensamentos.

É com satisfação, medo e uma insana alegria que agradecemos sua participação em nosso concurso e o parabenizamos pelo primeiro lugar. Muitos cenários hediondos foram desbravados através desta proposta, porém, o seu em particular, nos chocou e nos mostrou o verdadeiro significado da palavra hediondo, assim como o pior-melhor cenário natalino que já fomos capazes de conhecer. Queremos e esperamos vê-lo participando dos posteriores concursos que estamos elaborando.

Obrigada por compartilhar conosco.

​Parabéns, Diab ♥

Postado 17/06/22 12:45

Divina Brina... COMO, em nome do homúnculo crucificado, poderia eu tecer uma resposta minimamente à altura de tão extraordinário e positivo feedback?! Satã, não consigo. Creio que jamais conseguirei...

Muitíssimo obrigado, de todo o meu diabólico e calcinado coração! Gratíssimo! Gratíssimo!

Postado 07/01/22 20:19

A quebra de conceitos, quaisquer sejam, vem da voz desesperada dos perdidos.

Essa voz pode vir em qualquer forma, e não cabe a nós enterpretá-la, mas sim agir com a humanidade que nos foi dada.

Incrível texto, meu amigo! E saudades, D-man!

Postado 17/06/22 12:52

Estimado Right R, suas palavras em muito dignificam e engrandecem minha obra... Meus mais humildes e sinceros agradecimentos!

Gratíssimo, gratíssimo!

Postado 11/01/22 21:21

QUE OBRA INCRÍVEL DIABLAIR MEU CARO!!!

Eu e o queridíssimo RIGHT R, fritamos no nosso apartamento lendo esta preciosidade! É de fato uma obra complexa, muito bem escrita, articulada, muito impactante e... P*RRA, boa demais! Meus olhos grudaram do início ao fim! Não tenho nem palavras! Parabéns caro amigo!

Postado 17/06/22 12:50

Saudosa Huldra, espero que a leitura desta obra tenha feito o interior da morada de ambos rivalizar em temperatura com o mesmo Inferno que arde em minh'alma, pois o contentamento gerado pela leitura e feedback de ambos me deixo literalmente em chamas!

Gratíssimo, gratíssimo!

Postado 13/02/22 18:53

HEEEAH, Do caralho! Simplesmente AMEI as descrições dos cadáveres, especialmente a árvore de Natal, os pisca-piscas, como isso tudo foi descrito uma vez para ser re-descrito transformado, no auge do desespero entre as chamas! Toda a parte gore foi deliciosa, simplesmente saboreei cada segundo desse banho de sangue! Admito que o que mais me deixou contente foi ver tudo se encaixando na sua trama, especialmente com essas palavras tão bem escolhidas do final. Amei participar, mas fiquei ainda mais feliz lendo sua trama. Honrou demais o concorso, muito obrigado por compartilhá-la conosco!

-Jess

Postado 17/06/22 12:48

Sr(ta) Jesse, seu entusiasmado e positivo comentário certamente foi uma recompensa por si mesma para mim, muitíssimo obrigado por prestigiar minha obra com tamanha lisonja!

Gratíssimo, gratíssimo!

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